Paulo Rk

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Contemplação da mente

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Eu vejo pornografia na internet nos momentos livres! (E daí?)

Como todo ser humano, tenho as minhas curiosidades e não deixo de saciar as minhas ‘curiosidades’ por moralidades hipócritas alguma, como fazem algumas pessoas que fazem o que todo ser humano faz só que tem vergonha de admitir, afirmando categoricamente que não faz e muito pior, criticam pessoas que não tem vergonha de admitir em público, repreendendo como se fosse a “coisa” mais vergonhosa deste mundo.
Pra começo de conversa acredito que tudo que existe no mundo foi criado por um propósito, ‘o de servir a humanidade’, seja no aspecto do aprendizado ou pelo aspecto do entretenimento e do prazer.
E não menciono aqui apenas sobre o ‘prazer sexual’, pois o significado da palavra ‘prazer’ é amplo e pode descrever o que sentimos ao fazer o que mais gostamos em nossas vidas, que não apenas da ordem ou conotação sexual.
Por exemplo, sinto muito prazer em escrever, um momento único onde consigo ser eu mesmo, ‘verdadeiro comigo mesmo’, não que não seja na minha vida real e com as pessoas do meu convívio, é que por aqui posso expressar tudo que não posso com as pessoas na minha vida real.
Não posso porque pessoas do meu entorno parece não ter o mesmo grau de evolução mental que eu tenho, não querendo me gabar, mas sou  privilegiado por ter uma mente e coração aberto, sendo o meu nível de tolerância e aceitação com tudo que é considerado “diferente e estranho” pelas pessoas com visões estreitas, bem maior do que delas e de muita gente preconceituosa desse “mundinho”.
O que mata neste mundo são pessoas hipócritas, ‘pessoas que vivem a criticar as outras pessoas que tem coragem de ser felizes sendo elas mesmas’, acredito que seja inveja dessas ‘pessoas hipócritas’, afinal de contas elas são prisioneiras de suas próprias mentes, porque ninguém pode ser feliz reprimindo suas necessidades básicas, de ser e fazer o que elas sentem vontade.
Eu não passo vontade, quero dizer depois de adulto não posso sair fazendo o que bem entendo com as outras pessoas, ‘lógico’, no entanto quando a minha vontade não depende de terceiros e posso naturalmente estar me realizando solitariamente, ‘eu mando ver’, como todo mundo faz.
Nada de obscenidade, o que quero dizer é que não procrastino nada na minha vida, me refiro às decisões importantes que eu tenho que tomar de imediato, e se eu desejo algo e que tal desejo surja do nada como num piscar dos olhos, eu faço, por mais absurda que possa parecer para muita gente, esclarecendo, e desde que não prejudique ninguém, pois sou muito na minha e respeito muitos os direitos alheios.
Outro dia fui convidado para ir numa ‘festa mista’ cheia de gente estranha e esquisita do ponto de vista da sociedade falsa e “moralista”, que tem dificuldades inclusive de viverem suas vidas de boa, sendo infelizes por elas mesmas por seus próprios preconceitos e conceitos carregados de sentimentos de ódios e vergonhas por quem elas são.
Algumas pessoas do meu entorno me criticaram, dizendo que só ia ter gays, lésbicas e simpatizantes nesta festa, e se eu for é porque sou gay, sem problemas, quero dizer qual o problema, ‘seu fosse gay ou se eu for numa festa deste porte e calibre ou naipe?
Perceberam o grau e nível do preconceito e ignorância de um povo acostumado a julgar o que eles próprios desconhecem?   
Sou meio rebelde com tais sentimentos do desprezo alheio, e meio desbocado (respondão), não me contenho em ofender verbalmente quem me julga, só porque eu faço o que gosto sem nutrir quaisquer sentimentos de culpa ou vergonha, por saciar as minhas necessidades mais básicas e até das necessidades complexa deste meu corpo biológico.
Feliz do homem que não depende da autorização alheia para ser feliz neste mundo, conheço muita gente sofrendo por “viverem” reprimidas com seus conceitos boçais e ultrapassadas, tais pessoas se envergonham por quem elas são, acredito ser assim por terem suas auto-estimas baixa!

Paulo RK

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