Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Quem tem deus no coração enxerga o amor em tudo, nas coisas que faz e nas pessoas do seu entorno, quem não tem, só vê desgraça nas pessoas e no próprio mundo!

Não estou aqui para discutir ou julgar crenças religiosas das pessoas porque acredito que cada um segue o que bem entende e quiser de sua livre escolha e vontade, afinal de contas é para isso que serve o livre arbítrio, mas a questão é sempre o ‘comportamento humano alheio’.
Os comportamentos humanos alheios nos dizem respeito porque nos atingem diretamente ou indiretamente, afinal de contas por mais que eu seja alheio a tais comportamentos desprezíveis de certos religiosos “crentes”, cedo ou tarde nos atingirá por vivermos dentro de uma mesma sociedade.
Não quero parecer vitima com o que vou mencionar, pois acredito que ninguém é vitima ou vilão nesta vida, conforme o conceito budista do Carma que pratico desde 1999, portanto cada um colhe o que planta nesta ou ‘plantou’ em vidas passadas, mas não posso deixar passar em branco e  aqui mencionarei como um simples comentário e desabafo, ‘não um ataque pessoal direcionado a alguém’ pois não cito nomes, mas já passei por apuros com alguns crentes que nos tempos atuais me deixaram espertos pois me aborreceram, portanto se um “crente” se aproximar dizendo ser crente eu fujo!
Simplesmente porque quem coloca “deus ou religião” a frente de quem ele ou ela é, é porque na verdade tem algo a esconder de sua própria personalidade e caráter, portanto quem vive dizendo que deus é tudo na vida é porque deixa a desejar na vida real, não estou criando ou falando bobagens, basta observar o comportamento desses que se dizem crentes, alguns tem conhecimentos profissionais ou técnicos, poderiam estar prosperando a ganhar muito dinheiro trabalhando, só não ganham por serem preguiçosos, “esperando que seu deus” abra as portas ou os “abençoe” com alguma graça e estão sempre na “merda” vivendo da misericórdia alheia (esmolas), vai esperando.
Não entendo essa gente que se dizem crentes e tementes a deus, mas como podem temer ou respeitarem um deus (?), sem estudar a bíblia quando ela própria menciona ‘faça por onde que te ajudarei’.
Como budista a frase ‘faça por onde que te ajudarei’ é bem óbvio, se os crentes cruzam os braços a espera de um “milagre”, acreditando que seu deus os abençoará, essa gente se quer pode ser chamadas de crentes, pois quem acredita numa baboseira dessas só pode ser louco.
Nada é de graça, tudo é meritório nesta vida, temos que fazer por merecer, idolatrar um suposto deus não vai lhe trazer “benção” algum, ou muito pior tem crente que freqüentam igrejas, não faltando em cultos, acreditando que estão em dia com seu “deus”, não precisando fazer mais nada, ou muito pior espalhando a discórdia entre as pessoas.
Mas o pior dos crentes são os que “carinhosamente” considero fanáticos e lunáticos, são os que consideram tudo pecado nesta vida, vivem a julgar as pessoas e tudo que não aceitam em suas vidas como normal, detalhe fazem o cão na vida das outras pessoas e não conseguem enxergar os dois lados da moeda, culpando apenas os outros por seus infortúnios causados pelas suas próprias ignorâncias, não conseguindo enxergar seus próprios erros cometidos.
Costumo me relacionar com todos os tipos de pessoas seja na vida real ou na virtual, pessoas como crentes, macumbeiros, ladrões, traficantes, Gays, Lésbicas, pobres, ricos e entre muitas outras variedades que a vida nos proporciona, tornando inclusive esta vida muito rica e interessante pela própria variedade de gêneros, detalhe me dou bem com todos eles, pois não nutro sentimentos do preconceito, não fui educado ou criado com esse abominável sentimento “humano”, se é que seja humano o desprezo.
Mas infelizmente tive que desprezar um crente fanático e lunático, à muito tempo deixei de enviar mensagens ou vídeos divertidos pelo Whatzapp para ele, porque ‘fala sério’, tal crente só enxergava maldades em tudo que eu enviava, certa vez ele comentou ou sugeriu que estivesse enviando vídeos eróticos como se a minha intenção fosse de causar a separação dele com a sua esposa, dizendo ser ele muito bem casado, fiquei pasmo (óbvio).
Ele me enviava muitos salmos e vídeos de sua igreja e alguns vídeos demora a baixar no whatzapp, e mesmo não carregado eu escrevia ‘amém’ foi quando ele na sua completa maldade interior e ignorância, mencionou que eu nem lia e se quer assistia os vídeos, pois segundo o mesmo como poderia dizer amém sem antes ver o conteúdo (?), foi a gota d’água dele ter mencionado tal blasfêmia contra a minha pessoa.
Desde então tenho reparado, na verdade não é de hoje, essas pessoas que se dizem crentes vivem julgando as outras pessoas, como se elas fossem perfeitas e imaculadas, e quando na prática, as suas próprias atitudes são incompatíveis com tudo que está escrito na bíblia, como pode dizer que são tementes a “deus” desprezando o seu próprio semelhante aqui na terra (?), como podem pregar o amor de “deus” ao mesmo tempo em que eles só enxergam maldade em tudo nas outras pessoas deste mundo, espalhando a discórdia e propagando o desprezo em sentimentos?
Estudo o comportamento psicológico humano, e percebi que esses falsos crentes que se dizem “crentes” não são amigos deles mesmos, não conseguem criar laços de amizades sinceros entre eles, pois sabem das intenções e caráter de cada crente, por esta razão afirmam em palavras que o único amigo deles é “deus”, não conseguindo nutrir uma amizade sincera livre de quaisquer interesses que não seja a verdadeira e a simples amizade!
Bem aventurado seja o homem que não segue religião nenhuma o ‘ateu’, mas tem a humildade de viver uma vida feliz com os seus semelhantes aqui na terra sem julgar ou desprezar o desconhecido, valorizando o seu próximo como gostaria de ser valorizado, e se realmente existir um deus tal qual o crente menciona, esses ateus são os verdadeiros CRENTES na visão do divino, pois praticam o amor ao próximo que está escrito na bíblia, quanto aos falsos crentes cheio de maldade em seus corações, esses são seguidores do mal disfarçado do bem, pagando pelos seus próprios pecados de suas ignorâncias, vivem magoados e amaldiçoando todas as pessoas que procuram a felicidade onde eles próprios, os crentes, não conseguem enxergar.
Quem tem deus no coração enxerga o amor em tudo, nas coisas que faz e nas pessoas do seu entorno, quem não tem deus no coração, só vê desgraça nas pessoas e no próprio mundo, por esta razão tais falsos crentes sempre estão na merda, tendo a necessidade de enganar os outros pois vivem da mentira de um falso deus e ninguém pode ser feliz de fato vivendo do que não existe!


Paulo RK

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Estou reaprendendo a viver!

Acho que enjoar das coisas da vida faz parte da nossa evolução espiritual, há quem “viva” da rotina e das mesmas coisas ou realidades de vida sem se incomodar por muito tempo, “eu até admiro esse pessoal”, pois não suporto (rotinas) na minha vida, me dá gastura emocional e me faz sentir ‘pequeno’, limitado na minha forma física e essência ou num português claro, me faz sentir ‘IMPOTENTE’.
Na ultima postagem mencionei que tinha “enjoado” de escrever em blogs, fazendo uma reflexão, pois acho que não deveríamos enjoar das coisas boas que gostamos de fazer ou ‘curtir’ em nossas vidas, como escutar uma música predileta varias vezes ou comer sempre os mesmos deliciosos pratos.
Mas e de repente, deva fazer parte do processo evolutivo ‘enjoar’ das coisas repetitivas e como eu mesmo comentei parágrafos acima, deve ser mais uma realidade dos mistérios intrínsecos da vida que a nossa própria filosofia existencial do ser ou não ser não consegue explicar, afinal de contas se não enjoássemos das coisas do mundo tal como a conhecemos na sua “forma” moderna, não existiriam tantas modernidades.
Dito isso resolvi não abandonar o meu blog, afinal de contas tenho uma ‘divida de gratidão’ com ela, mas não vou escrever com tanta freqüência como costumava escrever anteriormente, pois estou buscando fazer muitas coisas diferentes ao mesmo tempo, e peço desculpas aos queridos amigos que me seguem por aqui, não sendo falta de compromisso ou falta de consideração com todos vocês.
A questão que não quer calar é a minha inquietação de querer aprender algo diferente e sempre querer mais, mais no sentido de aprender algo novo, de querer sempre estar aprimorando a minha condição de ser um eterno aprendizado, porque afinal de contas é o que a minha avó sempre dizia; ‘a única riqueza humana, que ninguém consegue tomar da gente e que levamos muito além do nosso túmulo é o conhecimento que adquirimos aqui’.
Não estou exagerando quando mencionei no titulo deste texto que estou ‘reaprendendo’ a viver, porque eu reparo, ou observo muito as pessoas do meu entorno ou convivência, tem gente que se aposentou, tem tudo que o dinheiro pode comprar e tem principalmente tempo livre para fazer o que quiser com o seu rico e meritório dinheiro.
Mas não, algumas pessoas que não casaram e supostamente sem obrigações quaisquer preferem “viver” à toa, ou pelo menos elas pensam que não precisam fazer mais nada, pois trabalharam a vida inteira, agora é só ficar de boa e gozar as suas vidas, no entanto e como sempre menciono por aqui e na vida real, todo o ser humano tem ‘necessidades’ que se renova nenhum ser humano que “vive” da rotina pode ser feliz ou se quer será normal.
Então mesmo se você é muito bem aposentado em termos financeiros e tem tudo que o dinheiro possa comprar, o meu conselho é que busque ou se atreva a fazer ou aprender algo diferente em sua vida, TUDO menos ficar a toa.
Porque quem fica a toa na vida, cai na rotina, e rotinas são portais para a depressão, tem muita gente mundo afora que ganham uma bolada de dinheiro em suas aposentarias, tendo tudo em termos materiais ou pelo menos tudo que o dinheiro possa comprar, e são infelizes!
Provando mais uma vez que o dinheiro não trás felicidades, ele pode ajudar num determinado momento de aperto em nossas vidas, mas de todo não é sinônimo da FELICIDADE neste mundo.
Então o que é a felicidade ou o que nos trás a felicidade neste mundo?
Vou falar com propriedade sempre dentro do meu ponto de vista, e não quero que ninguém a considere uma verdade inquestionável afinal de contas a vida aponta para todos os lados e nenhum pensamento ou palavras de um único ser humano pode ser a mais absoluta verdade.
Sou formado em administração, trabalho na área de gerir pessoas e recursos, não me casei e sou livre para fazer o que eu quiser da minha vida, tendo apenas o compromisso vitalício de cuidar de duas irmãs que tem problemas de esquizofrenias.
Vou ser sincero tem amigos meus formados em arquitetura, direito, engenharia, mas estão desempregados e sabem por que (?) eles viveram a vida inteira acreditando que depois de formados iriam enriquecer da noite para o dia, ignorando uma verdade absoluta que todos ignoram; ‘que o trabalho além de enobrecer o homem nos enriquece, não apenas um pedaço de papel’.
Então a outra pergunta relevante que não quer se calar é; ‘como poderiam enriquecer apenas com um diploma se não gostam de trabalhar duro aprendendo novos ofícios diferentes de suas formações acadêmicas’?
O que quero dizer neste texto é que independendo se você é aposentado ou formado numa área específica, nada te impede de aprender novos ofícios ou novas formas de enxergar o mundo do seu entorno, as pessoas precisam resgatar as mesmas curiosidades de quando éramos crianças, as crianças aprendem tudo com facilidade, pois além de curiosos, vivem livremente sem as amarras do preconceito e principalmente sem medo de serem felizes, ‘pondo as mãos nas massas’.
Sem essa bobagem de dizer já fiz tudo na minha vida, independendo da sua idade biológica, não perca tempo e se ainda estiver vivo é porque o seu prazo de validade ainda não venceu e você tem muito a fazer na sua vida.
Recentemente estou “brincando” de ser pedreiro, na verdade o preço que eles cobram para executar uma obra é muito caro então fui obrigado a realizar eu mesmo, e quer saber (?!!?) estou me dando muito bem, na verdade eu peguei gosto em trabalhar com ‘massas de cimento’, é tudo uma questão de entrosamento, ‘estou intimo’ com massas de cimentos, fiz amizade com ela, e percebi que ela é igual a uma massa de modelar de quando brincávamos quando éramos crianças (massinhas coloridas), quando aprendemos a lidar com elas, fazemos quaisquer coisas.
Modéstia a parte, os consertos que realizei em minha casa, ficaram bons e funcionais e posso dizer que a satisfação por ter realizado algo fora do meu currículo acadêmico de conhecimento é indescritível, e posso garantir tal satisfação não tem dinheiro que pague neste mundo.
Aprendi com alguns amigos profissionais ou não do ramo e algumas dicas importantes, dúvidas que tirei assistindo no Youtube, tem muitos youtubers que nos ensinam passo a passo, desde fazer contra piso a caixa de inspeção de gorduras, eles são muito bons.
É isso; ‘acredito que o segredo para uma vida feliz seja o nosso constante aprendizado neste mundo’, nenhuma condição, seja da aposentadoria, casamento ou quaisquer outros motivos, que acreditamos ser o topo da escalada ou evolução humana pode ser a reta final, se estivermos vivos significa que ainda temos muito a realizar e só devemos parar quando a nossa data de validade vencer e quando isso acontecer saberemos, pois o nosso músculo involutário que pulsa no lado esquerdo do peito e que aqui chamamos de coração vai para de funcionar.
Então fica a dica, não “viva” a toa, independendo da sua formação acadêmica ou condição da aposentadoria, mantenha a sua mente porosa, busque fazer e reaprender o que nunca antes imaginou realizar, eu posso garantir que os sentimentos de realização por realizar o que você nunca imaginou poder realizar, é grandiosa e com certeza nenhum dinheiro ou a maior riqueza do mundo poderá pagar pelos sentimentos de realização que um ser humano pode sentir por realizar algo que nunca imaginou conseguir antes!

Paulo RK