Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

terça-feira, 11 de julho de 2017

O verdadeiro amor que sentimos não pode ser explicado em palavras, mas compreendido em atitudes!

Muita gente fala que sente amor pelas pessoas, pela vida e por tudo que elas conquistaram, mas desmentem em atitudes, daí eu me pergunto; que tipo de amor é esse?
Não quero parece estar julgando quem quer que seja, mas eu vejo muitos fanáticos religiosos afirmando que ‘deus é amor’ e que eles “amam” esse deus, quando eles próprios demonstram sentimentos avessos ao amor pelo seu semelhante aqui na terra, praticando barbaridades contra o seu próprio semelhante.
De repente eles falam uma coisa, mas agem contrário as palavras que pregam?!?!?
Isso na minha terra tem um nome, costumo chamar de hipocrisia, como podem dizer que “acreditam” em um deus amoroso, misericordioso, quando se quer essa gente pensa ou consegue fazer algo em prol do seu semelhante aqui neste planeta?
Comigo não!
Não quero que pensem que sou ateu, acredito numa divindade, alias não numa, mas em várias divindades celestiais que regem todo esse mundo e o vasto universo, sendo essa tal ‘divindade’ a própria consciência e inteligência superior dotada da mais ampla sabedoria, a qual todos nós humanos buscamos atingir aqui na terra, através da conscientização de quem somos e do que somos capazes de realizar enquanto humanos.
Mas mesmo saindo da ‘esfera’ dos fanáticos religiosos que dizem adorar um “deus” subjetivo todo amor e praticam o avesso contra os seus semelhantes aqui na terra, consigo observar pessoas que não falam em deus, mas provam em atitudes as suas verdadeiras condição demoníaca inerente de quem desconhece o significado ou sentido do amor ao próximo.
Tem gente na vida que em nome de um “amor” fazem barbaridades na vida de outra pessoa, quando não tiram a própria vida daqueles que eles alegam “amar”.
Como pode em nome do amor, maltratar ou mesmo matar alguém?
Eu sei que sou suspeito para falar em amor, pois nunca amei verdadeiramente alguém nesta vida, digo amor tipo de novela ou filmes de Hollywood, mas quer saber, odeio filmes românticos, mas não quer dizer que sou uma pessoa má amada ou não consiga amar de verdade.
Pra começar não gosto de relacionamentos ‘melados’, do tipo; ‘môzinho pra cá , môzinho pra lá’, não tenho saco ou paciência para essas coisas, mas posso dizer que o meu amor é muito mais real e verdadeiro do que dessa gente que parecem ter diabetes no sangue de tão doces, que saem de suas bocas quando dizem amar em palavras, mas que demonstram completa apatia e indiferença por quem elas ou eles afirmam amar.
Digo e com propriedade que o meu amor pelas pessoas é verdadeiro porque quando gosto das pessoas, faço tudo por elas, pode ser homem ou mulher, adoro dedicar o meu tempo para quem eu declaradamente amo, sim gente, o amor incondicional é o verdadeiro amor, quanto essas pessoas que dizem amar loucamente outra pessoa, mas que provam o contrario em atitudes, na verdade isso não é amor, mas uma doença que aqui podemos chamar de paixão.
Aquele fogo doentio, uma febre, que tira a pessoa da razão, fazendo cometer atrocidades, machucando e magoando pessoas que supostamente ela ou ele dizia amar loucamente!   
Amo as pessoas, amo minha família apesar dela ser estranha e amo meus amigos mesmo eles sendo problemáticos, faço de tudo que posso para ajudar a todos que digo amar neste mundo, porque afinal de contas aprendi na filosofia budista que o único “valor ou bem” que levamos muito além dos nossos túmulos, são o amor que conquistamos das pessoas enquanto vivos, por isso não se restrinja apenas a dizer que ama alguém, faça algo por essas pessoas amadas, dedique um tempo a elas ou eles e conquiste o verdadeiro amor destas pessoas, que diz tanto amar, afinal de contas sabemos que melhor do que ouvir palavras de amor é melhor testemunharmos e presenciarmos em atitudes o amor das pessoas que sentem pela gente!
Paulo RK



Saiba ‘porque’ o pobre só se dá mal nessa vida, é muita burrice!

Nada contra o pobre ‘financeiro’, porque afinal de contas também sou um pobre, ‘financeiramente falando’ porque a minha pobreza se resume ao fato de não possuir riquezas materiais, ‘apenas’, não me permitindo à pobreza de espírito ou cultural, como a própria condição estúpida, de ser de algumas pessoas que confundem a pobreza financeira com a falta de educação, higiene e com a mais absoluta falta de bom senso em tudo nesta vida.
E tais atributos “colaboram” com a discriminação dos mais abastados em relação aos pobres, meus patrões odeiam gente pobre, que não conseguem enxergar quaisquer oportunidades de trabalho oferecidas por eles, pois adoram fazer de vitimas pelas suas próprias condições boçais de serem, preferindo receber doações que se esforçar para ganhar dinheiro pelos próprios méritos.
Além das características típicas que citei parágrafos acima, sobre o pobre no Brasil tendo muitas outras, mas vou citar apenas algumas delas, pois não quero me estender por aqui para não tornar a leitura enfadonha ou chata de mais.
O pobre do Brasil é muito iludido, acredita nas coisas mais absurdas, por ser mais cômodo do que lutar e se esforçar para conseguir realizar seus sonhos por méritos próprios, idéias ‘absurdas’ como ganhar em jogos de azar, pessoalmente, eu conheço uma pessoa que joga toda a semana loterias com “aquela fé” (ilusão), daí eu me pergunto; quando ele irá cair na real de que ‘jogos de azar’ são ilusões e se continuar jogando acabará na ruína, como na mais absoluta miséria e o que é pior sem dinheiro ficará sem perspectivas positivas ou otimistas alguma na sua própria vida.
Difícil convencê-lo, até a sua mãe cansou de alertar seu filho, pois ‘jogos’ são vícios semelhantes aos vícios das drogas, a pessoa não tem a consciência de que precisam de um tratamento para livrar delas.
A outra forma de “pobreza mental” (falta de visão lógica da vida) é a predileção por casar mesmo não tendo condições mínimas para sobreviver em harmonia como família, com quem o pobre diz “amar”, ‘lembrando que amor de cu é rola’, porque não se pode viver apenas da paixão nesta vida, paixões não pagam contas ou se quer nos alimentam.
Dois anos atrás uma amiga casou com um “homem” que ela era apaixonada, e continua sendo e a despeito das traições ela trata este traste como se fosse um rei, ele a desdenha no tratamento pessoal, no entanto a “coitada” da minha amiga parece estar enfeitiçada por ele, estava fazendo faculdade de turismo, estudava música, parou tudo, a sua vida definitivamente parou, “bom”, de todos os males pelo menos ela tem um bom emprego e trabalha como uma condenada, mas às vezes penso que ela é tão dedicada ao trabalho para não secar a fonte ($) do seu amadinho, pois com dinheiro ela consegue mantê-lo por perto, que horrível tal “estilo de vida”, que é no mínimo deplorável.
Por enquanto o casal está de boa ‘suave na nave’, mas daqui a pouco e acredito que está demorando dele fazer um filho com ela, e sem maldade era tudo que ela quer dele, ter um herdeiro da vagabundagem e falta de caráter do pai, que “bela” herança um pai pode deixar para o seu filho, é bom que ela saiba que caso engravide terá que trabalhar em dobro, mas a pergunta que não quer calar é; quem cuidará de seu filho enquanto ela trabalha?
Enfim nem é da minha conta, e para aqueles que responderam; ‘se dá um jeitinho’, nem concordo com esta besteira, porque na minha rua, eu observo um monte de “criancinhas” remelentas e má educadas, eles discutem com a gente mesmo estando errados, seus pais estão trabalhando e não dão a atenção ou a educação necessária para que tais “criancinhas” não se tornem em bandidos quando adultas, porque aqui no Brasil, se os pais não educam bandidos com certeza “educarão” tais criancinhas, depois não adianta chorar, dizendo que o seu filho é bonzinho nas delegacias.
Pobres adoram fazer filhos, e com todo respeito eu acho “graça”, porque a impressão que tenho é que eles acham bonito ficar brigando com suas proles na rua, detalhe, fazendo o maior escândalo! (risos)
Mas não é dá minha conta, quero dizer desde que esses remelentos não entrem no meu quintal sem convite ou subam nos telhados da minha casa quebrando telhados para pegar pipas sem a minha prévia autorização, outro dia fiquei indignado, pois fui reclamar sobre um moleque que fica zoando com a minha irmã que tem problemas, e a mãe o defendeu dizendo que ele é um bom menino, fiquei puto da vida, mas fazer o que né (?!!?), se esses pobres de espírito não tiveram o mínimo de educação e acham normais tais comportamentos de seus “filhotes” que incomodam a vizinhança.
Quero dizer que não tenho nada contra o pobre financeiro, pois eu sou financeiramente pobre, e trabalho pra cacete para pelo menos pagar minhas contas e comer uma pizza no final do mês, depois é claro de pagar todas as contas e se sobrar, não é nenhum demérito viver de batalhas, pois dizem que a vida é feito de batalhas, mas a questão que tem pobre burro, pobreza de espírito, daqueles que faz burrices na sua própria vida e não satisfeitos com as merdas que fazem, prejudicam pessoas do seu entorno, como a própria família e seus amigos mais próximos.
Desses pobres que abomino e mantenho distancia, e faço questão de não ter amizade com esse tipo de gente o ‘espiritualmente medíocre’, pois adoram  se fazer de vitimas em tempo integral e não se esforçam em nada nesta vida, proferindo babaquices verbais como ‘se deus quiser’ cruzando seus braços a espera de um “milagre”, não movendo uma palha para lutarem por méritos próprios por serem preguiçosos, ao mesmo tempo que cobiçam e desejam o luxo nesta vida, são soberbos e arrogantes julgando a todos e tudo que eles acham diferente e por conseqüência anômalos.   
Eu sou pobre, ‘financeiramente falando’, e não é nenhum demérito ser pobre material, mas não sou medíocre como os pobres de alma, dos que não sabem distinguir o certo do errado e que adoram levar vantagens em tudo nesta vida sendo conveniente a eles mesmos e não justo com as outras pessoas nesta vida!
 Paulo RK



segunda-feira, 3 de julho de 2017

Será que você é uma pessoa chata e não tem a consciência de ser uma pessoa chata?

Hoje depois de amadurecido e responsável pelas minhas próprias atitudes e em relação às pessoas do mundo e com a minha própria vida, procuro fazer tudo ‘certinho’ de modo a não incomodar ninguém.
Mas mesmo tendo tais cautelas, preocupado com o bem estar alheio, tem gente que se incomoda com a gente só porque somos do jeito que somos.
Mundo maluco esse não é mesmo ou as pessoas que são doidas?!?!?
Saibam que as pessoas que reclamam de suas vidas das pessoas e do próprio mundo, são as que causam transtornos as outras pessoas, muito embora elas não admitam ou muito pior, não tem a consciência de que são elas mesmas que causam incômodos as outras pessoas do seu entorno, revelando o lado hostil das pessoas com o seu “jeito” de ser e conseqüentemente, tornando seu próprio mundo, num lugar inóspito para a convivência social.
 Falo com propriedade, não porque acho, por puro achismo, mas por conhecer pessoas chatas de todos os tipos e naipes, certa vez um amigo chato me confidenciou não saber ‘por que’ as pessoas o odiavam e fazia pouco caso dele, sendo que ele “era” tão legal com as pessoas, conforme suas próprias palavras e opinião pessoal.
Na época não tinha o ímpeto que tenho hoje de dizer na cara das pessoas realidades que elas não gostam de enxergar, mas se fosse hoje certamente que lhe diria; ‘porque você é chato’ meu amigo! (simples assim)
Estou mencionando uma condição alheia, mas saiba vocês que também temo esta cegueira “conveniente” de não conseguir enxergar os meus próprios defeitos, atribuindo as condições negativas das outras pessoas a elas mesmas e nunca a mim mesmo.
Sou sincero em dizer que adoro pessoas sinceras, daquelas que falam na cara da gente tudo que não gostam de nós, dos nossos defeitos comportamentais e por tudo que falamos de desagradável e entre muitos outros defeitos que temos e não conseguimos enxergar porque ninguém teve a coragem de nos falar, e por gostar de gente assim, resolvi “copiar” o jeito delas de ser, porque afinal de contas costumo dizer por aqui e na minha vida real que ‘pessoas me inspiram’, busco nas pessoas parâmetros de tudo que desejo ser na minha vida e por tudo que acredito ser correto nelas.
Acredito na convivência social entre os meus para construir a minha própria condição de ‘ser humano perfeito’ ou pelo menos no que acredito ser o ‘humano perfeito’, se é que exista?!?!?
Enfim hoje falo pelos cotovelos, desde a ‘ramela dos seus olhos, ao teu mal hálito, desde a sua mania de roer unhas até  seu mal cheiro por não usar desodorantes’, por esta razão tem dois tipos de gente no meu mundo e neste planeta, os que me odeiam pela minha sinceridade e os que me amam pela minha própria honestidade de falar tudo que me desagrada na cara delas, mas não me importo, pois dizem que nem Jesus e nem Buda conseguiram agradar a todos.
Só sei de uma coisa, se estou sendo chato ou desagradável por algum motivo fale, fala para que eu possa corrigir a minha falha como um ser humano e me permita crescer na vida como uma pessoa melhor!
Paulo RK