Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

terça-feira, 11 de julho de 2017

O verdadeiro amor que sentimos não pode ser explicado em palavras, mas compreendido em atitudes!

Muita gente fala que sente amor pelas pessoas, pela vida e por tudo que elas conquistaram, mas desmentem em atitudes, daí eu me pergunto; que tipo de amor é esse?
Não quero parece estar julgando quem quer que seja, mas eu vejo muitos fanáticos religiosos afirmando que ‘deus é amor’ e que eles “amam” esse deus, quando eles próprios demonstram sentimentos avessos ao amor pelo seu semelhante aqui na terra, praticando barbaridades contra o seu próprio semelhante.
De repente eles falam uma coisa, mas agem contrário as palavras que pregam?!?!?
Isso na minha terra tem um nome, costumo chamar de hipocrisia, como podem dizer que “acreditam” em um deus amoroso, misericordioso, quando se quer essa gente pensa ou consegue fazer algo em prol do seu semelhante aqui neste planeta?
Comigo não!
Não quero que pensem que sou ateu, acredito numa divindade, alias não numa, mas em várias divindades celestiais que regem todo esse mundo e o vasto universo, sendo essa tal ‘divindade’ a própria consciência e inteligência superior dotada da mais ampla sabedoria, a qual todos nós humanos buscamos atingir aqui na terra, através da conscientização de quem somos e do que somos capazes de realizar enquanto humanos.
Mas mesmo saindo da ‘esfera’ dos fanáticos religiosos que dizem adorar um “deus” subjetivo todo amor e praticam o avesso contra os seus semelhantes aqui na terra, consigo observar pessoas que não falam em deus, mas provam em atitudes as suas verdadeiras condição demoníaca inerente de quem desconhece o significado ou sentido do amor ao próximo.
Tem gente na vida que em nome de um “amor” fazem barbaridades na vida de outra pessoa, quando não tiram a própria vida daqueles que eles alegam “amar”.
Como pode em nome do amor, maltratar ou mesmo matar alguém?
Eu sei que sou suspeito para falar em amor, pois nunca amei verdadeiramente alguém nesta vida, digo amor tipo de novela ou filmes de Hollywood, mas quer saber, odeio filmes românticos, mas não quer dizer que sou uma pessoa má amada ou não consiga amar de verdade.
Pra começar não gosto de relacionamentos ‘melados’, do tipo; ‘môzinho pra cá , môzinho pra lá’, não tenho saco ou paciência para essas coisas, mas posso dizer que o meu amor é muito mais real e verdadeiro do que dessa gente que parecem ter diabetes no sangue de tão doces, que saem de suas bocas quando dizem amar em palavras, mas que demonstram completa apatia e indiferença por quem elas ou eles afirmam amar.
Digo e com propriedade que o meu amor pelas pessoas é verdadeiro porque quando gosto das pessoas, faço tudo por elas, pode ser homem ou mulher, adoro dedicar o meu tempo para quem eu declaradamente amo, sim gente, o amor incondicional é o verdadeiro amor, quanto essas pessoas que dizem amar loucamente outra pessoa, mas que provam o contrario em atitudes, na verdade isso não é amor, mas uma doença que aqui podemos chamar de paixão.
Aquele fogo doentio, uma febre, que tira a pessoa da razão, fazendo cometer atrocidades, machucando e magoando pessoas que supostamente ela ou ele dizia amar loucamente!   
Amo as pessoas, amo minha família apesar dela ser estranha e amo meus amigos mesmo eles sendo problemáticos, faço de tudo que posso para ajudar a todos que digo amar neste mundo, porque afinal de contas aprendi na filosofia budista que o único “valor ou bem” que levamos muito além dos nossos túmulos, são o amor que conquistamos das pessoas enquanto vivos, por isso não se restrinja apenas a dizer que ama alguém, faça algo por essas pessoas amadas, dedique um tempo a elas ou eles e conquiste o verdadeiro amor destas pessoas, que diz tanto amar, afinal de contas sabemos que melhor do que ouvir palavras de amor é melhor testemunharmos e presenciarmos em atitudes o amor das pessoas que sentem pela gente!
Paulo RK



Saiba ‘porque’ o pobre só se dá mal nessa vida, é muita burrice!

Nada contra o pobre ‘financeiro’, porque afinal de contas também sou um pobre, ‘financeiramente falando’ porque a minha pobreza se resume ao fato de não possuir riquezas materiais, ‘apenas’, não me permitindo à pobreza de espírito ou cultural, como a própria condição estúpida, de ser de algumas pessoas que confundem a pobreza financeira com a falta de educação, higiene e com a mais absoluta falta de bom senso em tudo nesta vida.
E tais atributos “colaboram” com a discriminação dos mais abastados em relação aos pobres, meus patrões odeiam gente pobre, que não conseguem enxergar quaisquer oportunidades de trabalho oferecidas por eles, pois adoram fazer de vitimas pelas suas próprias condições boçais de serem, preferindo receber doações que se esforçar para ganhar dinheiro pelos próprios méritos.
Além das características típicas que citei parágrafos acima, sobre o pobre no Brasil tendo muitas outras, mas vou citar apenas algumas delas, pois não quero me estender por aqui para não tornar a leitura enfadonha ou chata de mais.
O pobre do Brasil é muito iludido, acredita nas coisas mais absurdas, por ser mais cômodo do que lutar e se esforçar para conseguir realizar seus sonhos por méritos próprios, idéias ‘absurdas’ como ganhar em jogos de azar, pessoalmente, eu conheço uma pessoa que joga toda a semana loterias com “aquela fé” (ilusão), daí eu me pergunto; quando ele irá cair na real de que ‘jogos de azar’ são ilusões e se continuar jogando acabará na ruína, como na mais absoluta miséria e o que é pior sem dinheiro ficará sem perspectivas positivas ou otimistas alguma na sua própria vida.
Difícil convencê-lo, até a sua mãe cansou de alertar seu filho, pois ‘jogos’ são vícios semelhantes aos vícios das drogas, a pessoa não tem a consciência de que precisam de um tratamento para livrar delas.
A outra forma de “pobreza mental” (falta de visão lógica da vida) é a predileção por casar mesmo não tendo condições mínimas para sobreviver em harmonia como família, com quem o pobre diz “amar”, ‘lembrando que amor de cu é rola’, porque não se pode viver apenas da paixão nesta vida, paixões não pagam contas ou se quer nos alimentam.
Dois anos atrás uma amiga casou com um “homem” que ela era apaixonada, e continua sendo e a despeito das traições ela trata este traste como se fosse um rei, ele a desdenha no tratamento pessoal, no entanto a “coitada” da minha amiga parece estar enfeitiçada por ele, estava fazendo faculdade de turismo, estudava música, parou tudo, a sua vida definitivamente parou, “bom”, de todos os males pelo menos ela tem um bom emprego e trabalha como uma condenada, mas às vezes penso que ela é tão dedicada ao trabalho para não secar a fonte ($) do seu amadinho, pois com dinheiro ela consegue mantê-lo por perto, que horrível tal “estilo de vida”, que é no mínimo deplorável.
Por enquanto o casal está de boa ‘suave na nave’, mas daqui a pouco e acredito que está demorando dele fazer um filho com ela, e sem maldade era tudo que ela quer dele, ter um herdeiro da vagabundagem e falta de caráter do pai, que “bela” herança um pai pode deixar para o seu filho, é bom que ela saiba que caso engravide terá que trabalhar em dobro, mas a pergunta que não quer calar é; quem cuidará de seu filho enquanto ela trabalha?
Enfim nem é da minha conta, e para aqueles que responderam; ‘se dá um jeitinho’, nem concordo com esta besteira, porque na minha rua, eu observo um monte de “criancinhas” remelentas e má educadas, eles discutem com a gente mesmo estando errados, seus pais estão trabalhando e não dão a atenção ou a educação necessária para que tais “criancinhas” não se tornem em bandidos quando adultas, porque aqui no Brasil, se os pais não educam bandidos com certeza “educarão” tais criancinhas, depois não adianta chorar, dizendo que o seu filho é bonzinho nas delegacias.
Pobres adoram fazer filhos, e com todo respeito eu acho “graça”, porque a impressão que tenho é que eles acham bonito ficar brigando com suas proles na rua, detalhe, fazendo o maior escândalo! (risos)
Mas não é dá minha conta, quero dizer desde que esses remelentos não entrem no meu quintal sem convite ou subam nos telhados da minha casa quebrando telhados para pegar pipas sem a minha prévia autorização, outro dia fiquei indignado, pois fui reclamar sobre um moleque que fica zoando com a minha irmã que tem problemas, e a mãe o defendeu dizendo que ele é um bom menino, fiquei puto da vida, mas fazer o que né (?!!?), se esses pobres de espírito não tiveram o mínimo de educação e acham normais tais comportamentos de seus “filhotes” que incomodam a vizinhança.
Quero dizer que não tenho nada contra o pobre financeiro, pois eu sou financeiramente pobre, e trabalho pra cacete para pelo menos pagar minhas contas e comer uma pizza no final do mês, depois é claro de pagar todas as contas e se sobrar, não é nenhum demérito viver de batalhas, pois dizem que a vida é feito de batalhas, mas a questão que tem pobre burro, pobreza de espírito, daqueles que faz burrices na sua própria vida e não satisfeitos com as merdas que fazem, prejudicam pessoas do seu entorno, como a própria família e seus amigos mais próximos.
Desses pobres que abomino e mantenho distancia, e faço questão de não ter amizade com esse tipo de gente o ‘espiritualmente medíocre’, pois adoram  se fazer de vitimas em tempo integral e não se esforçam em nada nesta vida, proferindo babaquices verbais como ‘se deus quiser’ cruzando seus braços a espera de um “milagre”, não movendo uma palha para lutarem por méritos próprios por serem preguiçosos, ao mesmo tempo que cobiçam e desejam o luxo nesta vida, são soberbos e arrogantes julgando a todos e tudo que eles acham diferente e por conseqüência anômalos.   
Eu sou pobre, ‘financeiramente falando’, e não é nenhum demérito ser pobre material, mas não sou medíocre como os pobres de alma, dos que não sabem distinguir o certo do errado e que adoram levar vantagens em tudo nesta vida sendo conveniente a eles mesmos e não justo com as outras pessoas nesta vida!
 Paulo RK



segunda-feira, 3 de julho de 2017

Será que você é uma pessoa chata e não tem a consciência de ser uma pessoa chata?

Hoje depois de amadurecido e responsável pelas minhas próprias atitudes e em relação às pessoas do mundo e com a minha própria vida, procuro fazer tudo ‘certinho’ de modo a não incomodar ninguém.
Mas mesmo tendo tais cautelas, preocupado com o bem estar alheio, tem gente que se incomoda com a gente só porque somos do jeito que somos.
Mundo maluco esse não é mesmo ou as pessoas que são doidas?!?!?
Saibam que as pessoas que reclamam de suas vidas das pessoas e do próprio mundo, são as que causam transtornos as outras pessoas, muito embora elas não admitam ou muito pior, não tem a consciência de que são elas mesmas que causam incômodos as outras pessoas do seu entorno, revelando o lado hostil das pessoas com o seu “jeito” de ser e conseqüentemente, tornando seu próprio mundo, num lugar inóspito para a convivência social.
 Falo com propriedade, não porque acho, por puro achismo, mas por conhecer pessoas chatas de todos os tipos e naipes, certa vez um amigo chato me confidenciou não saber ‘por que’ as pessoas o odiavam e fazia pouco caso dele, sendo que ele “era” tão legal com as pessoas, conforme suas próprias palavras e opinião pessoal.
Na época não tinha o ímpeto que tenho hoje de dizer na cara das pessoas realidades que elas não gostam de enxergar, mas se fosse hoje certamente que lhe diria; ‘porque você é chato’ meu amigo! (simples assim)
Estou mencionando uma condição alheia, mas saiba vocês que também temo esta cegueira “conveniente” de não conseguir enxergar os meus próprios defeitos, atribuindo as condições negativas das outras pessoas a elas mesmas e nunca a mim mesmo.
Sou sincero em dizer que adoro pessoas sinceras, daquelas que falam na cara da gente tudo que não gostam de nós, dos nossos defeitos comportamentais e por tudo que falamos de desagradável e entre muitos outros defeitos que temos e não conseguimos enxergar porque ninguém teve a coragem de nos falar, e por gostar de gente assim, resolvi “copiar” o jeito delas de ser, porque afinal de contas costumo dizer por aqui e na minha vida real que ‘pessoas me inspiram’, busco nas pessoas parâmetros de tudo que desejo ser na minha vida e por tudo que acredito ser correto nelas.
Acredito na convivência social entre os meus para construir a minha própria condição de ‘ser humano perfeito’ ou pelo menos no que acredito ser o ‘humano perfeito’, se é que exista?!?!?
Enfim hoje falo pelos cotovelos, desde a ‘ramela dos seus olhos, ao teu mal hálito, desde a sua mania de roer unhas até  seu mal cheiro por não usar desodorantes’, por esta razão tem dois tipos de gente no meu mundo e neste planeta, os que me odeiam pela minha sinceridade e os que me amam pela minha própria honestidade de falar tudo que me desagrada na cara delas, mas não me importo, pois dizem que nem Jesus e nem Buda conseguiram agradar a todos.
Só sei de uma coisa, se estou sendo chato ou desagradável por algum motivo fale, fala para que eu possa corrigir a minha falha como um ser humano e me permita crescer na vida como uma pessoa melhor!
Paulo RK



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Eu queria não sentir ‘raiva boba’ das pessoas, principalmente dos meus familiares!

Toda família que se preze tem uma briguinha principalmente entre irmãos, ‘coisas de família’, acho que não exista no mundo racional ‘famílias perfeitas’, se existir provavelmente eles escondem algum podre por baixo do tapete, tipo ‘segredos de alcova’.
Porque acho extremamente normal uma briguinha de vez enquanto, funcionando como um ‘temperinho’ a mais na comida, dando aquela ênfase na própria união da família.
Mas eu tenho um ponto fraco, e estaria mentindo se negasse tal fraqueza emocional, quando brigo com a minha irmã fico com tanta raiva naquele momento que fico sem falar com ela por vários dias e até semanas.
A minha mãe, como toda mãe já tinha detectado tal “defeito” em sua prole, e me confidenciou que se preocupava muito comigo, e se eu não mudasse esse meu jeito de ser sofreria muito depois de adulto.
Dito e feito, mães não erram sobre seus filhos, elas sabem, conhecem instintivamente como são cada um deles, e eu não sou exceção, hoje lembrando as palavras de minha mãe, tento mudar esse meu jeito ‘rancoroso’ de ser, mas não está sendo fácil (confesso), e todas as vezes que brigo com a minha irmã, sofro.
Sofro por ficar com aquela ‘raiva boba’ e prolongada e a minha irmã no dia seguinte esquece tudo com muita facilidade, ‘esquece’ de todas as ofensas verbais que “vomitei” com a tal da ‘raiva boba’, e me procura falando como se não tivesse acontecido absolutamente nada.
Eu poderia mencionar várias desculpas esfarrapadas para me defender, dizendo que homens amadurecem tardiamente que as mulheres, mas identifico em mim uma fraqueza, tanto que a minha própria mãe tinha me confidenciado e identificado tal fraqueza quando eu ainda era garoto, conforme mencionei parágrafos acima.
A questão é que por mais que eu fique bravo com as presepadas da minha irmã e fique com ‘raiva boba’ dela, e fale um monte, parece que ela não consegue ter a mesma ‘raiva boba’ que eu tenho, e pra pesar ainda mais na minha consciência ‘ela morre de pena ou dó de mim’, achando que a minha vida é sofrida, e que sofro calado segundo as suas palavras para alguns amigos meus, vê se pode!
É claro que não tenho raiva da minha irmã, mas de suas atitudes que põem tudo a perder na vida, não estou julgando seu estilo de vida, cada um conduz a sua própria conforme suas próprias conveniências, no entanto quando vivemos juntos no seio familiar, certas burrices ou desinteligências na vida deveriam ser evitadas, pois os resultados das conseqüências impensadas fazem toda a família sofrer, por isso eu crítico suas atitudes, pois ‘perfeita ou não’ ainda somos uma família, e como mencionei ‘família perfeita’ é uma utopia.
Sim, estou trabalhando com este meu lado fraco, pois depois do amadurecimento e estudar muito a filosofia budista compreendi que a minha irmã é uma alma evoluída e a despeito das “burrices” que ela apronta na vida dela, colocando tudo a perder, ela ainda é mais evoluída que eu, espiritualmente falando.
Segundo o conceito Cármico na explicação da filosofia budista a minha irmã é um ‘agente positivo’ em minha vida, que escolheu nascer como a minha irmã para me ensinar algo que teimo não enxergar e que está me fazendo sofrer muito, para quem não sabe ‘sofrimentos’ nesta vida são provocados pelas nossas próprias ignorâncias, é errando que aprendemos, para que possamos evoluir neste mundo e prepararmos para uma nova vida, quando não mais precisaremos viver aqui neste mundo e partir para um novo mundo mais evoluído, com certeza! (Pelo menos é assim  que acredito ser  o processo da evolução espiritual, iguais as fases de um vídeo game, superando fases!)
Paulo RK




quinta-feira, 29 de junho de 2017

Eu temo alguns “crentes”!


Não costumo julgar ninguém e pessoalmente nem poderia realizar tal abominável comportamento humano, julgar sem antes conhecer é a pior das piores formas da manifestação humana e contra o seu próprio semelhante aqui na terra, porque afinal de contas e no passado pessoas desprezíveis cometeram tais injurias contra mim e por ser novo de idade (imaturo) não tinha argumentos para me defender sofrendo muito comigo mesmo.
E tais agressões do julgamento, sem conhecer, aconteciam comigo porque nunca tive preconceitos com ninguém, e vivia no meio de pessoas diferentes ou consideradas “diferentes” pela sociedade hipócrita, medíocre e falida, afinal de contas fui verdadeiramente educado pelos meus pais a não fazer diferenças ou discriminar quem quer que seja.
E se hoje sei lidar com todo mundo respeitando as diferenças de crenças, opções sexuais e religiões sem entrar em conflito com nenhuma delas foi graças à educação de berço que tive, um grande legado que carregarei por toda a minha vida e se hoje testemunhamos um mundo em conflito é com certeza “graças” a esse povo que vive falando “graças a deus” pela própria falta de educação que não tiveram ou herdaram de berço.
Portanto o que vou mencionar sobre as pessoas que vivem falando ‘se deus quiser’, ‘amém’, ‘deus é mais’ entre outras baboseiras que eles consideram menções sagradas, para mim não passam de artifícios para enganar o povo e conseguir vantagens pessoais, típicas de pessoas sem moral e capacidades para se esforçarem e alcançarem seus sonhos e objetivos, e que aplicam golpes nos outros para sobreviverem e tirar proveito, tendo outro nome na praça, conhecidos também como estelionatários.
Recentemente comprei um portão social com o dinheiro que o governo havia liberado, da conta inativa, pois é ainda não paguei o portão porque fiz em duas vezes, mas consegui comprar um liquidificador à vista e o restante que me sobrou, dei de entrada num portão social.
Nada de novo, mas no mês passado quando fui procurar o dito cujo para dar entrada no portão social, ele disse que dentro de uma semana entraria em contato comigo, nem escondi a minha felicidade porque afinal de contas o portão de casa está um lixo e requer uma substituição, a questão crucial é que o infeliz do “profissional” não entrou em contato comigo no prazo determinado por ele mesmo, dei chance e esperei por mais duas semanas e nada, na verdade esperei por um mês.
Esperei por um mês acreditando que o suposto profissional e religioso entraria em contato comigo, e foi que me cansei e resolvi ligar para ele, poderia ter ido a casa dele pessoalmente, mas resolvi falar por telefone, só pra saber ‘qual é’ ou era a dele e para o meu desespero o celular dele não respondia, nem entendi ‘por que’, ao discar o seu número se quer chamava e caia.
Mas não dei por vencido, eu conheço o amigo dele que é meu amigo também, então entrei em contato e relatei tudo e pedi que me passasse o celular do vigarista achando que ele poderia ter trocado de número, mas não foi o caso, o número era o mesmo.
Então resolvi relaxar para poder resolver a questão pessoalmente no dia seguinte e pasmem vocês não vão acreditar o cara de pau me ligou justo quando estava à noite resolvendo outra questão pelo celular, a cara de pau deste “profissional” foi de dizer que estava entrando em contato comigo naquele exato momento para falar sobre o portão, então inventou muitas historias, que ficou doente, não tinha meu número e o motor do carro fundiu, ‘sei que é mentira’, pois ele titubeou em falar sobre a doença, e mentiu por duas vezes quando disse não ter o meu número, pois eu passei duas vezes o número, e mesmo que não tivesse ele sabe que sou amigo do amigo dele, por que ele não entrou em contato (?), então ficou difícil de acreditar que o motor do carro dele fundiu.
‘Ahammm’, “me engana que eu gosto” então, chamei o deus dele de místico, atribuindo esta coincidência a fatos sobrenaturais, porque disse a ele que naquele dia estava desesperado atrás deles, pois fazia um mês que ele não me deu retorno sobre o portão e se quer uma satisfação e para quem não sabe “crentes” se ofendem fácil quando questionamos ou criticamos o deus deles, não sei ‘por que’?
Porque eu questiono e critico SIM, que PORRA de deus é esse que eles seguem, agindo de má fé com as pessoas (?), sou budista e “graças a deus” deles eu vejo o quanto é verdadeira a filosofia budista que nos ensina a temer a Lei da Causa e efeito, tipo não queira para os outros, o que você não quer para si mesmo, então vigiamos nossas atitudes em relação ao nosso semelhante aqui na terra, porque tudo que fazermos e desejarmos ao nosso semelhante segundo esta inexorável ‘Lei Mística’ recairá sobre nós mesmos em dobro, assim como diz o dito popular que ‘colhemos o que plantamos’!
Pois é!!!!
Enfim mas para fechar e encerrar este fato absurdo do crente mentiroso, ele “esqueceu” que tínhamos combinado de eu pagar a segunda parcela em trinta dias depois da entrega do portão e foi logo me apressando o segundo pagamento, perguntando se eu poderia pagar o mais breve possível, lembrei a ele, ‘que fez que esqueceu’ do combinado.
Na verdade não me sinto vitima deste larápio, pois tenho outro amigo que fez negócio com ele e se deu mal e me alertou sobre a falta de caráter do mesmo e das possíveis conseqüências negativa de fazer negócio com ele e entre outros três que “conheci” que mencionaram que o tal do “profissional crente” não era digno de confiança, pois por ser crente deveria pelo menos ser temente ao deus dele tratando com respeito e dignidade o seu semelhante aqui na terra, mas principalmente e por ser crente deveriam ser pelo menos honestos com todos!
Agora é para finalizar, tem gente que afirma que crítico e persigo os crentes, mas no meu caso não são julgamentos, no meu caso é medo de ser enganado novamente, afinal de contas tive prejuízos financeiros com vários deles, portanto nos tempos atuais, quando alguém se aproxima de mim dizendo ser crente, eu fujo como o próprio diabo foge da cruz, e quando não é possível fugir tenho muita cautela, afinal de contas não podemos nos iludir com crentes que vivem dizendo a palavra do senhor em vão, sem se quer ter caráter e dignidade do respeito humano com o seu próximo e semelhante aqui na terra!  
Paulo RK



domingo, 25 de junho de 2017

Quando acontece um revestrés em nossas vidas, a gente fica confuso!

Eu nem sei se a palavra ‘revestrés’ existe no vocabulário português, estou reproduzindo porque presenciei um pedreiro falando e achei muito bacana tal palavra que segundo o próprio é dar pra trás, ou quando tudo na sua vida não vai de acordo com o que esperamos ou programamos.
E comigo não está sendo diferente, não que as coisas não estão dando certo muito pelo contrário, a questão é que estou fazendo algumas coisas diferentes que não são das minhas competências ou ‘ossadas’, coisas que não sei fazer profissionalmente, mas estou fazendo com mais intensidade na minha vida pela necessidade por não ter dinheiro para pagar profissionais e por incrível que pareça estou começando a gostar.
Não sou cozinheiro profissional, gosto de fazer pratos diferentes e cozinhar para minha família, e agora, mais recentemente estou divulgando para as pessoas de fora que posso cozinhar para elas em suas residências, principalmente pessoas que moram sozinhas, trabalham fora e estão cansadas de comer comidas comerciais de botecos ou restaurantes, além de outros serviços domésticos que eu já fazia para alguns clientes.
E o incrível de tudo isso é o reconhecimento, não financeiro, mas da satisfação que as pessoas demonstram em seus semblantes ao saborear as minhas comidas, não que eu seja um cozinheiro profissional, faço comida caseira, ‘bem feitinha’, temperada e o mais importante com ‘gostinho caseiro’ familiar.
Não vou ser hipócrita, para algumas pessoas eu cobro, ‘cobro’ porque elas mesmas se sentem mal por estar fazendo favores para elas e não ter nada em troca e pelas suas próprias insistências, então eu combinei que elas poderiam pagar pela quantia que julgassem ser merecedor, para algumas outras pessoas e amigas não faço questão de receber absolutamente nada em termos financeiros só a amizade, e por tudo que elas poderiam estar fazendo para facilitar a minha vida.
Porque gente, para quem não sabe, é prazeroso cozinhar, como mencionei e não sendo um profissional para cobrar, mas quando testemunhamos a felicidade e satisfação das pessoas com o que fazemos ou realizamos é muito gratificante, não tem dinheiro ou preço que pague, não vou ser hipócrita, dinheiro também é muito ‘agradável’, então quando percebo que a pessoa não é pobre ou tenha algumas dificuldades financeiras e ela insistir, eu cobro, mas cobro o justo, quase sempre cobro os valores dos insumos utilizados nos pratos do dia, nada mais e nada menos, porque a maior riqueza deste mundo é poder servir as pessoas e fazer felizes com o que nós podemos oferecer a elas.
Outro tipo de serviço que eu tenho realizado mesmo não sendo da minha área profissional, mas que estou pegando o gosto pela “coisa” são os serviços de pedreiro, estou com um probleminha com águas da chuva, por ter sido feita erroneamente no passado a sua canalização, desde a coleta destas águas até o seu descarte, quando chove toda água está indo para debaixo da casa.
A minha preocupação era um constante e estava me desgastando com isso, consultei alguns profissionais “amigos” que me cobraram fortunas, então decidi fazer eu mesmo.
Na verdade e faz um tempinho tinha consertado uma parede que estava caindo, e obtendo um resultado satisfatório, fiquei feliz e me senti completamente realizado por não depender de ninguém, porque na vida minha gente, o importante são os resultados positivos das coisas que realizamos, então decidi consertar a canalização mal feita das águas da chuva daqui de casa.
Está sendo cansativo o trabalho todo, pois tenho que abrir o concreto do chão, até chegar ao cano, retirar a terra e refazer tudo que está incorreto, mas sabem, apesar do cansaço físico estou me sentindo mais uma vez realizado e como mencionei parágrafos acima, tal sensação de que somos capazes de realizar o inimaginável, dinheiro algum paga!
Está tudo bem na minha vida, então por que eu comecei como uma negativa no tema deste texto (?), eu explico (!), recentemente, amigos que adoram a minha literatura, me perguntaram por que eu desisti de escrever blogs.
Eu não desisti de escrever blogs, na verdade adoro muito escrever os acontecimentos do meu cotidiano na minha vida, pois elas me ajudam a refletir sobre muitas coisas sobre mim e sobre as minhas atitudes perante alguma situação.
A questão de ter mencionado ‘revestrés’ como algo que dá pra trás, segundo o pedreiro com quem aprendi a tal palavra, é que a minha predileção por escrever em blogs parece ter ficado no segundo plano, motivo pelo qual não tenho escrito com tanta freqüência como de costume.
Porque no começo, quando só escrevia blogs entre outras atividades comuns na minha vida, eu gostava tanto que quase sentia orgasmo ao ver um texto escrito por mim mesmo no meu espaço virtual.
E hoje não mais, continuo sentindo prazer, mas talvez não tão intensamente como antes ou mesmo como estou sentindo agora pelos serviços de cozinha e de pedreiro, que parecem ser tão intenso quanto foi a minha predileção por escrever reflexões nos tempos iniciais em meu próprio blog.
Neste mês de junho escrevi apenas dois textos, na verdade três com esse, e só agora me dei conta de como estou sendo negligente com os meus gostos pessoais, afinal de contas, sou da opinião de que a gente não pode deixar morrer ou abrir mão das coisas que gostamos nesta vida, pois isso significa morrer aos poucos em vida, nos tornando em verdadeiros zumbis.
Poderá parecer até bobagens para algumas pessoas tal reflexão, mas não gosto de começar uma coisa na minha vida e não dar continuidade até o fim, pois me sinto leviano, do tipo de pessoas que fazem por que todo mundo faz por estar na moda, e não sentir quaisquer sentimentos bons ou positivos pelas coisas que propomos a fazer e realizamos nesta vida.
Não quero parecer estar me desculpando ou justificando a minha falta de dedicação pelo meu blog, mas ser ingrato com ele é a ultima coisa que desejo ser, afinal de contas, ‘se comecei por sugestões de amigos por ter uma mente bagunçada e não conseguir falar claramente e se hoje estou melhor graças o habito de escrever’ são todos méritos deste blog.
Agora eu só tenho que conseguir administrar melhor o meu tempo, porque à noite quando janto e vou checar meus e-mails ou para escrever neste meu querido blog, o cansaço e o sono me dominam, a questão é que ninguém me avisou que o trabalho de pedreiro era muito enfadonho! (risos)
Paulo RK

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Das crianças sexualmente abusadas que se tornam homossexuais quando adultas! (não podemos criticar sem antes conhecer)

Já comentei sobre o meu “dom” por aqui, na verdade não sei se este é uma benção ou uma maldição, ‘sobre as pessoas confidenciarem para mim seus segredos de alcova e me permitir o constrangimento daquele que não sabe onde enfiar a cara, com o que às vezes e pessoalmente preferiria não querer saber.
No começo até achava ruim, hoje não mais, porque afinal de contas, percebo que as pessoas estão se isolando uma das outras, então este meu “dom” não tem me perturbado ou tem sido uma constante. (graças a deus)
No entanto basta eu dar um pouco mais de atenção, para quem quer que seja, e logo a pessoa ‘percebe’ em mim esta maravilhosa capacidade de um bom ouvinte.
E para quem não sabe as pessoas estão cada vez mais carentes de bons ouvintes, são raras as pessoas que ouvem seus lamentos sem quaisquer tipos ou formas de interesses, portanto desconfie daqueles que prestam muito atenção em tudo que você fala, principalmente das pessoas de sorriso fácil e dos “cem por centos agradáveis”, ninguém pode ser perfeito com as nossas questões pessoais, alias pessoas perfeitas só existem em filmes de Hollywood, estou falando de pessoas estranhas, é claro que namoradas, familiares e até os nossos pais são verdadeiros em sentimentos com a gente.
Pode não ser nada, mas pessoas más intencionadas perceberam nessas carências alheias, uma principal fonte de ganho extra, estou falando dos golpistas dos tipos estelionatários, que adoram aplicar golpes em pessoas carentes como homens desavisados, mulheres traídas, solteiras más amadas e pessoas idosas.
Essas características citados parágrafos acima são as maiores vitimas desses larápios (ladrões) e usurpadores (aquele que usurpa) da inocência alheia.
Nos tempos de vacas magras em que vivemos, todo o cuidado é necessário para protegermos os nossos patrimônios e principalmente o nosso dinheiro, mas principalmente proteger a nossa sanidade mental, porque tais usurpadores não nos poupam de nos fazer sentir mal por termos sido enganados pelas nossas próprias fraquezas da condição de sermos carentes, tendo a inevitável sensação de impotência, e principalmente por não podermos contar com a pífia lei brasileira que não presta para acudir o cidadão do bem, apenas para proteger bandidos.
E voltando ao assunto de que não podemos julgar ou criticar as pessoas por serem diferentes, recentemente conheci uma pessoa, e ele me confidenciou que sofre muito por ser homossexual.
Comovido com o seu desabafo, logo comecei a falar que não deveria sentir vergonha por ser quem ele é, ele me interrompeu dizendo que foi abusado por um tio quando tinha cinco anos de idade, ainda muito pequeno para este tipo de violência ou por qualquer outra violência, acredito que as crianças deveriam ser poupadas de muitas das atrocidades do mundo adulto, mas infelizmente não é tão fácil assim.
Fiquei embargado porque refleti como pode ser cruel a vida de uma pessoa neste mundo, que desde muito pequeno e abusado sexualmente do tio que alias é membro da sua própria família, e como não bastasse ser submetido a outro tipo de violência social depois de adulto como o próprio desprezo das pessoas pela não aceitação do que ele se tornou, por talvez, ter sido sexualmente abusado na infância.
Digno e comovente de sua parte quando me confidenciou que não se julgava vitima ou em algum momento depois de adulto teve raiva do seu tio, mas ele só queria o respeito das pessoas, gostaria que as pessoas do seu convívio o tratassem como se fosse uma pessoa normal, não como um monstro, do monstro que abusou dele quando ele ainda era um garotinho
Paulo RK

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sábado, 17 de junho de 2017

Como tentar explicar a morte, se não conseguimos se quer lidar com as nossas próprias vidas?

Todo mundo teme a morte, cedo ou tarde, todos nós morreremos um dia, alias a morte é um fenômeno comum a todos os seres vivos, desde bactérias, vírus, répteis, aves e até os animais de tetas como nós, ‘mamíferos’, quando chegar à nossa hora de partida, partiremos deste mundo sem aviso prévio.
Certa vez quando o pai de um amigo faleceu, o meu amigo ficou muito inconformado e o “legal” é que quando o pai dele estava vivo, ele nunca fez esforços para agradar aquele que ele afirma, depois de morto ‘amava’ muito.
Pode ter até amado, mas ficará difícil dele convencer as pessoas que em vida testemunharam as brigas dele com o pai, muitas delas eu tive a “oportunidade” desagradável de estar presente, não quero julgar ninguém, afinal de contas eu também não ‘sou flor que se cheire’, só que acredito que nunca farei este papel ridículo de “Maria arrependida” depois que alguém que eu não goste morra, porque quando não gosto de uma pessoa não gosto de verdade e nem na morte do desafeto vai me fazer chorar, porque da hipocrisia o mundo está cheio e não serei eu a “colaborar” com um mundo com este sentimento tão desprezível que eu abomino!
Sinceras ou falsas as lágrimas deste meu amigo, só queria com esta reflexão expressar o lado cômico de todo ser humano, muitos deixam de viver suas vidas, fazendo dramas desnecessários, quando poderiam viver de boa com as pessoas do seu entorno, afinal de contas o que é a morte se não um lembrete da condição efêmera da vida?
Parece que hoje em dia, ninguém faz questão de estarem bem com quem de fato fazem parte de suas vidas, daí a pessoa morre, e bate aquele “arrependimento” que não volta atrás e se quer alguém acreditará que estamos arrependidos pelos nossos próprios comportamentos de hostilidade com os outros quando a própria pessoa estava viva.
Um coração arrependido vale diamante, diz a sabedoria popular, mas não trás a pessoa amada de volta a vida, então é bom refletirmos enquanto “tivermos” as pessoas ao nosso lado, procurando sempre conviver em harmonia dentro das próprias razões da racionalidade que a nossa espécie nos permite.
Faz um tempinho que seu pai morreu, e hoje passado o “arrependimento” ele age com a sua mãe do mesmo jeito que agia com o seu falecido pai, ele faz da hostilidade o seu escudo para talvez esconder o seu maior medo, que eu acredito ser a sua maior fraqueza, como o medo de retribuir o bem que as pessoas desejam a ele, porque é nítido a sua hostilidade com as gentilezas alheia. (vai entender)
Parece estranho tal raciocínio, mas ele continua sendo hostil e grosso com a sua única mãe viva, depois do evento da morte que aconteceu com o seu pai, então eu faço uma pergunta; será mesmo que somos tão tolos a ponto de não conseguirmos enxergar que a morte é apenas um aviso que devemos viver bem com todos em vida (?) e que depois do fenômeno da morte não adiantará chorarmos rios de lágrimas, afinal de contas lágrimas não trarão as pessoas que amamos de volta!
Paulo RK

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sinto Gratidão pelas Pessoas!

Adoro conhecer pessoas, principalmente pessoas legais, que conseguem falar sobre quase tudo nesta vida, das pessoas que tem capacidade extrema de fazer de qualquer assunto, um motivo e razão para um bom bate papo.
Houve um tempo em que não tinha habilidade alguma para manter uma conversa simples, e foi por admirar essas pessoas com tais capacidades que me esforço e faço de tudo para ter essas mesmas habilidades que tanto admiro.
É obvio que ainda estou aprendendo e aperfeiçoando esta maravilhosa arte de fazer qualquer assunto um bom bate papo, tenho muito que aprender, ‘confesso’, pois quando penso que estou dominando esta ‘arte’, a vida me surpreende mostrando pessoas com capacidade muito além da minha própria, mas por enquanto, estarei me esforçando, pois afinal de contas, para que viemos ao mundo ‘se não para aprender e aperfeiçoarmos as nossas próprias condições como seres humanos’.
Dizem que apenas uma existência é insuficiente para sabermos de tudo um pouco, mas enquanto estiver vivo terei em mente que pessoas são o meu principal alicerce em busca do meu conceito de todas as coisas boas e dos verdadeiros valores humanos em quem almejo me tornar e obter um dia.
E por ter tal crença procuro nas pessoas as minhas próprias inspirações de vida, porque afinal de contas sou um ser humano e não teria lógica alguma procurar inspiração nas outras espécies.
Mas não se enganem com o que mencionei parágrafos acima, e por incrível que pareça as outras espécies de animais nos ensinam muito mais sobre o  amor do que conseguimos aprender com as nossas próprias espécies, portanto embora eu procure me inspirar com as pessoas do meu entorno, ‘homo sapiens’, procuro me inspirar sobre o amor fraterno ‘também’ com os animais, que muito injustamente julgamos emocionalmente irracionais.
Recentemente tenho passado por uma experiência ‘gratificante’, adotei um gatinho, e sem exagero ele tem despertado o melhor de mim mesmo, eu sempre gostei de gatinhos desde pequeno e por um tempo tinha me esquecido como é gostoso ter um animal de estimação como companhia dentro de casa.
Alguns amigos afirmam que eu arrumei dor de cabeça, mas pessoalmente eu acho que vale a pena, quando acordo de manhã e tenho que ir trabalhar  dói o meu coração em ter que deixar sozinho,  ele me acompanha até o portão e fica me olhando fazendo aquela carinha a me distanciar no horizonte.
Ele cresceu e tenho acompanhado o seu crescimento, às vezes como um “pai” fico lembrando quando ele era mais novo, ‘arteiro’ que só, continua sendo (risos), lembro também de quando ele ficou doente e emagreceu, ficou pelo e osso, sofri tanto que nem consegui trabalhar direito, foi mesmo de partir o meu coração.
Mas graças a deus, ‘hoje’ ele está bem e o danado do gatinho parece comigo, come de tudo sendo bom de prato!
Dito isso e redescoberto a gostar de animais, incentivo amigos que moram sozinhos a adotarem algum bichinho de estimação, de preferência de pêlos, eles são tão meigos e apegados a nós, certa vez tive que sair a noite, detalhe numa noite fria dessas, dei comida para o meu gatinho e deixei a porta de casa entre aberta para que ele pudesse entrar, e vocês não vão acreditar que ao retornar pra casa depois da meia noite o ‘xaninho’ estava lá no portão a me esperar, todo geladinho!
É muito legal sentirmos o amor desses seres, que se compararmos a nós tem a vida muito curta, no entanto eles nos ensinam muito mais sobre o amor do que a nossa própria espécie consegue aprender ou ensinar com toda a nossa suposta racionalidade e longevidade aqui na terra.
De repente a vida deles é curta por saberem viver mais intensamente do que nós próprios, ‘humanos’!

Mas o motivo da minha reflexão neste texto é que aprendemos tanto com humanos quanto com os nossos animais de estimação, sempre estaremos aprendendo uma nova lição com eles, tendo motivos de ‘montão’ pra viver com muita inspiração para inclusive nos tornar em pessoas melhores nunca piores! 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Como folhas mortas que caem de uma árvore e é levada pelo vento sem um destino certo.....

Não que eu deseje a morte de algumas pessoas “desafortunadas”, quero dizer ‘espiritualmente pobre’, porque acho e ‘espiritualmente falando’ algumas pessoas já estão mortas e não se deram conta desta realidade, acreditando que a morte só acontece no aspecto físico.
Tem muita gente que vive à toa, sem objetivos ou missões de vida que as motivem a reagir perante os desafios da vida, acreditando que o fato delas estar respirando justifica a sua condição de estarem vivas.
Eu não quero ser desagradável com o que vou mencionar, mas é pura ciência e que se diga a verdade sobre a luz do conhecimento, que o fato do nosso coração estar batendo em nosso peito não significa que estamos vivos, afinal de contas o coração é um músculo involuntário e ele pulsa cumprindo o seu papel de músculo e nada mais.
Não querendo desmerecer esse órgão maravilhoso que sustenta e mantém biologicamente ativo este igualmente fantástico corpo biológico dizendo ‘nada mais’, mas a questão desta reflexão é que o sentido da vida do ‘homo sapiens’ é mais amplo e profundo do que um pulsar involuntário de um órgão.
O que quero dizer é que devemos nos manter motivados pela vida, vivermos pelo trivial ou pelas funções básicas do nosso corpo biológico, como dormir, comer e fazer nossas necessidades fisiológicas não justifica a nossa condição de ‘homo sapiens’ ou se quer faz sentido algum.
Cada um com seu cada um, e longe de querer ditar às pessoas o que é certo ou errado, mas a questão é que se você for mais uma dessas pessoas que vivem das funções básicas pelos quais fomos biologicamente projetados, certamente que você desanimará em “vida” ‘pela sua própria vida’, e as conseqüências desta inércia é a depressão.
A medicina moderna considera a depressão como o câncer do século XXI, diz que ele mata muito mais nesta época do que o câncer matou em todo o século passado, então é algo para se pensar e refletir.
Cada pessoa tem a sua vida, e cada vida uma responsabilidade e não devemos negligenciar a dádiva divina adquirida de poder acordar para mais um dia, uma oportunidade de refazer nossos erros cometidos do dia de ontem e procurar nos aperfeiçoar a cada novo amanhecer.
As pessoas deveriam acreditar em cada amanhecer e em cada por do sol, pois ninguém morre enquanto o nosso tempo de partir não chegar, mas pior do que a própria morte física é a morte espiritual, quando “vivemos como zumbis” sem ter as alegrias e motivações pelas nossas vidas, somos arrastados pelo que acreditamos ser o destino, ‘como uma folha de uma árvore morta caída é levada pelo vento sem um destino certo’.
Não é por acaso que temos a inteligência e a capacidade de sonharmos e vislumbrar por um futuro melhor, então pense, está mais que na hora de justificar a sua vida, não para os outros, mas para si mesmo e fazer o que você acreditar ser o que é certo na sua vida!

Paulo RK


Pessoas porras loucas, das loucuras alheias!

A gente vê cada coisa mundo afora, mas não intenciono julgar no meu espaço virtual quem quer que seja, pois cada um com seu cada um!
Mas não vou deixar de comentar, pois acredito ser normal da gente testemunhar certas discrepâncias da vida real, refletirmos e conversarmos com os nossos semelhantes a respeito, para se possível chegarmos a alguma conclusão e aprender do que devemos ou não fazer em nossas vidas.
Quando menciono ‘porra louca’, me refiro às pessoas que do nada, largam suas vidas supostamente bem sucedidas e fazem loucuras, para no final se darem mal.
Quase sempre tomamos atitudes positivas em nossas vidas ou pelo menos buscamos sermos assertivos em tudo que nos propomos a fazer nesta difícil arte de lidar com a complexidade da vida, atitudes quase sempre baseadas em experiências alheias ou conselhos das pessoas mais vividas, mas mesmo assim não temos certeza se seremos bem sucedidos.
O questionamento ou a reflexão que proponho neste texto são as pessoas que sabem o que é errado e mesmo assim cometem tais erros, mesmo sabendo de suas conseqüências negativas e o preço que terão que pagar por determinada ação.
Quando somos crianças, tudo bem, pois na infância o nosso juízo ainda não é bem amadurecido, mas o que dizer de pessoas adultas, com barbas na cara ou muito pior casadas com filhos pequenos (?), não dá pra compreender, na verdade acho melhor nem tentar explicar por aqui, pois corro o risco de escrever um longo texto, sem concluir porra nenhuma!
E é como dizem, tem certas atitudes do comportamento humano que é melhor aceitar do que tentar explicar em palavras, porque determinadas pessoas não atuam pela lógica racional e nem emocional, vai entender!
A única complicação ou o motivo da minha indignação na minha vida pessoal em relação a essa gente ou delas agirem como agem é que algumas delas causam danos não somente a elas próprias, mas em toda a sociedade, porque afinal de contas tudo está interligado, a ação de um único indivíduo tem conseqüências negativas e graves para todos.
Eu não sou normal e não estou acima desses ‘porras loucas’ porque acho difícil existir alguém normal em sua sã consciência neste planeta e mundo, mas não permito que a minha perturbação ou a manifestação da minha insanidade mental prejudique quem quer que seja mundo afora, preferindo mesmo, manifestar as minhas loucuras entre quatro paredes da minha casa, aqui dentro pelo menos não prejudico ninguém, eu acho! (risos)
Paulo RK


Eu acho homem bonito e daí?

Outro dia no mercado um homem que atendia no balcão e estava sumido por um tempo, chamou a atenção de uma moça que mencionou estar com saudades do atendimento dele, mencionando também que ele estava mais bonito, e não contente a ‘babaca’ olhando em minha direção disse que ela poderia dizer que ele estava mais bonito e eu não, por eu ser do sexo masculino.
Veja só, quanta audácia dessa fulana mexer comigo, sendo que eu nem a conheço, no entanto não sou anti-social e procuro ser amigável com todos que disponibilizem um canal de comunicação, ‘mas fala sério’, não gostei do canal disponível desta mulher, pois achei extremamente machista o ponto de vista dela.
Desde quando um homem não pode achar outro homem bonito?
Sem problemas, e graças aos meus pais, a minha mãe não incutiu tais sentimentos boçais na educação de seus filhos, e se hoje me dou bem com todas as diferenças do mundo foi graças à educação que tive de berço, quando digo todo mundo é porque é todo mundo, exigindo apenas o respeito das pessoas com quem tenho que lidar no meu cotidiano, exijo porque respeito todo mundo e acho que é o mínimo que se pode esperar de um outro ser humano que é tratado com respeito.
Mas indignação a parte por ela ter mencionado tal estupidez, que eu não poderia dizer o mesmo que ela disse, defendi a minha crença e educação, afirmando num tom firme; como não poderia achar ele bonito?
Quando indaguei em voz alta e num tom de voz firme todos que estavam ao lado desse homem bonito olharam para mim e visivelmente “espantados”!
Expliquei a minha crença que é extremamente normal um homem achar outro homem bonito, se fosse errado mulheres não achariam outras mulheres bonitas, o homem brasileiro é muito machista, e particularmente considero um sentimento deprimente e desnecessário, afinal de contas quem disse que a beleza tem sexo, o bonito pode ser masculino ou feminino e não vou deixar de admitir o meu gosto pelo que é belo por questões machistas alheia de uma sociedade decadente e outra, não me envergonho pelas minhas preferências e gostos pessoais.
Não vou me anular por um bando de gente que supostamente se envergonham pelo que falam ao mesmo tempo em que não se envergonham pelo que fazem em suas patéticas vidas de juízes, de ficar julgando as outras pessoas pelos seus próprios preconceitos pela não aceitação de tudo que é diferente ou contrário aos seus “valores morais”, se é que essa gente tem alguma moral!!?!?!?
Paulo RK


O mínimo da leitura para defender seus próprios direitos aqui na terra!

Sabe o que eu percebo nas pessoas (?!?!?!), a ‘preguiça mental’!
E como toda ação uma reação, ser preguiçoso mental tem suas conseqüências negativa, um amigo preguiçoso que se vale do tempo e afirma que está ficando mais ‘expert’ no que faz por fazer muito tempo, se engana.
Porque o tempo passa pra todo mundo, ela é inexorável e ser o melhor no que faz não tem nada haver com o próprio tempo, mas de como você aproveita seu ‘tempo’ para aprender e aperfeiçoar naquilo que você propõe a realizar, seja no aspecto profissional ou social como na sua própria vida pessoal.
Fazendo tudo no improviso, ‘no meio das coxas’ você não prospera e por mais que se esforce, não chega a lugar algum, de uma forma figurada poderia comparar com um navio, pense num gigantesco navio de passageiro, tipo um transatlântico cheio de combustível, mas operando sem uma bússola.
Sem uma bússola a probabilidade deste imenso navio é queimar todo combustível e não chegar como mencionei acima à ‘lugar nenhum’.
Na verdade e nas nossas vidas reais, precisamos de informações, mas informações de todos os tipos não apenas nas coisas que dedicamos profissionalmente ou nas nossas vidas pessoais.
Como adquirir conhecimento através das informações?
Você sabe que o homem é um verdadeiro recipiente e temos mais canais de entrada do que de saída, como no caso, temos dois olhos e dois ouvidos, contra uma boca.
Meu pai sempre dizia para falar menos e absorver mais informações visuais e sonoras, ‘informações’ que acontecem em tempo real bem a nossa frente, para quem não sabe aprendemos muito com pessoas de todo tipo, pessoas inteligentes ou e não tão inteligentes (ignorantes), na verdade aprendemos com todo mundo e se a vida é uma grande escola as pessoas são os nossos verdadeiros mestres da vida.
Mas não subestime a capacidade incrível do aprendizado humano, além de termos a capacidade de assimilarmos todos os tipos de informações, ‘quando queremos e buscamos’ temos as diversas formas de literatura e nos tempos da era da informação, tudo que o homem faz e realiza em sua vida tem a sua literatura disponível na internet, alguns pagos, mas muitos gratuitos.
Então quem diz nos tempos da era da informação que não estuda por não ter oportunidade mente!
Mas a questão desta minha reflexão e sempre existirão ‘questões conflitantes’ do ser ou não ser, é porque o homem moderno ainda é xucro, primitivo na sua essência básica enquanto ‘ser que pensa’ e não consegue acompanhar os “avanços’ científicos e tecnológicos que ele próprio visualizou e criou.
Um paradoxo!
Enfim a questão é que as pessoas não gostam de ler e se quer se esforçam para ler, se tivessem o mínimo de interesse na leitura poderiam se livrar de muitos maus entendidos e desinteligências ou mesmo conquistar seus espaços que tem direito nesta vida.
Conheço pessoas profissionais competentes, que por não ter o habito da leitura, não conseguem vender seus peixes, estando desempregadas por um longo tempo, assim como tem gente maravilhosa, seres humanos exemplares que vivem no anonimato por não saberem divulgar oralmente seus pensamentos e sentimentos as pessoas do mundo.
Por esta razão tenho a convicção de que precisamos ter ‘no mínimo’ o mínimo da leitura, criar o habito saudável da leitura, pois quem lê tem argumentos e consegue expressar melhor de forma que todos compreendam, facilitando muito em todos os sentidos a sua vida.
Menciono tal realidade com convicção, porque eu mesmo, num passado não muito distante era desconexo em pensamento, era confuso pela própria timidez e muito pior, por não ter o habito saudável da leitura.
Tenho a consciência que não sou nenhum expert da literatura, escrevo errado pra cassete, mas não vejo motivos para parar de escrever no meu blog, porque certa vez na faculdade a professora de psicologia fez um comentário que considerei muito relevante, ela disse que não é bonito falar bonito, buscando palavras que ninguém consegue compreender, ela disse que o verdadeiro poder está na capacidade humana de se comunicar entre os seus mesmo com palavras simples, disse que fazer as pessoas compreender quem eu sou e das minhas necessidades me colocaria numa situação de destaque e privilegiada, chegando bem próximo de concretizar a maioria dos meus sonhos neste mundo, conquistando a todos compartilhando dos meus sonhos e necessidades inerentes e latentes.
Captado tal mensagem da professora de psicologia na faculdade, busco conhecimento em tudo, lendo desde um pedaço de jornal amassado encontrado nos assentos do metro, nos livros, na internet e principalmente nas pessoas, através dos diálogos e convivência social.
Tudo é motivo para o nosso aprendizado aqui na terra e o caminho facilitador para tal aprendizagem é a literatura, seja verbal ou escrita, então finalizo este texto salientando a importância de termos o mínimo da leitura, quem lê tem argumentos e uma boa narrativa para sustentar a sua própria existência, sabendo inclusive defender seus próprios direitos num mundo cada vez mais escasso por direitos individuais!
Paulo RK

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domingo, 21 de maio de 2017

Sonho meu!

Quem não tem um sonho, ou já teve?
Quando a gente é mais jovem nutrimos tantos sonhos nessa nossa cabecinha que parece não ter fim e que só o céu é o limite!
Daí a gente cresce vira adulto e conforme vamos ‘ficando mais velhos’, escutamos “conselhos” das pessoas mais ‘experientes’ da vida adulta que o buraco é sempre mais embaixo.
Eu nunca tive certeza se tais “conselhos” eram para estimular ou desestimular afinal de contas a gente vai descobrindo naturalmente com o processo do amadurecimento, que nada é fácil ou nada vem de graça nesta vida.
Por exemplo, sonhava ser tanta coisa na minha vida e de repente descobri que não dá pra fazer tudo que a gente quer neste mundo, pois dizem que apenas uma existência não basta, então quando descobri tal máxima, uma sabedoria me fez refletir sobre muitos sonhos que carregava nesta minha cabecinha.
Compreendi que mesmo não conseguindo fazer tudo o que almejamos nesta vida, a gente tem que pelo menos buscar ser feliz com um único sonho realizado em todas as nossas vidas.  
Porque isso é ter humildade, e o que nos faz sofrer de fato, não é o fato de não termos conseguido concretizar a maioria dos nossos sonhos, mas o fato de não valorizarmos uma única vitória em nossas vidas, de não conseguir enxergar que a vitória humana não se mede em quantidade, mas na própria qualidade de nossas lutas que nos fizeram concretizar um único sonho!
Se a humanidade conseguisse compreender que a cobiça  são frutos das nossas próprias ignorâncias e que tal ignorância gera a ganância desenfreada de sempre querer mais e mais, num ciclo de incessante sofrimento, a humanidade pararia de sofrer pelas  suas próprias ignorâncias da cobiça, ganância e inveja por quem tem mais.
Paulo RK

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Eu tenho um dom! (e não sei se é uma benção ou maldição)

O dom de ouvir ou escutar as pessoas, na verdade quem me fez perceber tal aptidão como um dom foram elas mesmas, ‘as pessoas’, porque naturalmente observei e senti que elas ficavam a vontade em falar sobre suas vidas para mim.
Falar sobre suas particularidades pessoais mais obscenas, dos tipos que acontecem dentro de quatro paredes e acho que elas não deveriam falar para ninguém, levando muito além do túmulo como um segredo de alcova.
Até ai tudo bem e de tanto ouvir tais ‘segredinhos de alcova’ das pessoas, de homens e mulheres acho que fiquei meio que sem vergonha e isso não me incomoda mais.
A questão é que nós ‘seres humanos’, somos muito complexos, não tendo uma explicação ou razão, ou mesmo uma lógica de sermos quem somos neste planeta e mundo, ao mesmo tempo em que tentando explicar a minha humanidade interior chego à conclusão que não preciso explicar ou justificar (porra nenhuma) absolutamente nada sobre mim ou sobre quem quer que seja bastando apenas ser o que sabemos ser, sendo o melhor que consigo ser para as pessoas que desabafam comigo!
Afinal de contas quem neste mundo pode dizer com clareza que está certo em atitudes ou nas coisas que fala?
Mas de repente me sinto incomodado com o que tenho ouvido de algumas pessoas, e estou inclinado a considerar este meu “dom” como uma maldição, de repente pessoas ‘desabafam’ comigo que pensam tirar suas vidas e não é a primeira vez que escuto tais barbáries.
A questão é que não estou conseguindo ajudar tais pessoas suicidas, porque de repente dois amigos meus do passado foram cruéis consigo mesmos, tirando suas próprias vidas e na época eu os subestimei, achando que era apenas vontade, mas que eles não tinham direito ou coragem de cometer tal crime contra eles mesmos.
De repente a consciência de quem intenciona ajudar as pessoas e mudar o mundo para o melhor não está conseguindo dar bons conselhos que ajude tais pessoas, simplesmente porque quando falo não saber o que dizer ou aconselhar sobre seus dramas e tragédias pessoais elas quase sempre mencionam que só o fato de eu escutar, já é o bastante.
Então eu me calo e meneio a cabeça se afirmativo ou negativo conforme a solicitação do suicida, confesso que tal reflexão me consome, afinal de contas que porra de mudanças eu posso agregar nas pessoas ou no mundo quando nos piores momentos da vida delas eu não consigo falar absolutamente nada de relevante que as faça mudar de opinião?
Paulo RK

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