Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Não sei por que ‘pessoas’ se incomodam com pessoas falsas deste mundo?

Particularmente eu não ligo que o mundo esteja cheias de pessoas falsas e fúteis, pois como todo otimista incorrigível, eu enxergo oportunidades em meio ao caos mundano.
Não que eu deseje um mundo pior para todos, muito pelo contrário, acredito nos valores das realidades mundanas, e penso que se no mundo só existissem pessoas boas, o mundo seria tedioso e nada agradável, afinal de contas do que seria o doce se não existisse o amargo?
Quanto mais eu estudo a filosofia o qual escolhi desde 1.999 para que me  norteasse nesta vida de muitos e diferentes caminhos, me fascino com as pessoas do meu entorno, descobrindo nelas competências ocultas e do quanto elas são capazes de mostrar os meus defeitos que até então eu não conseguia enxergar.
E pasmem tais pessoas que me fazem enxergar os meus piores defeitos, são aquelas, que antes, eu julgava serem fúteis e incapazes de qualquer coisa.
Aprendi na filosofia budista a enxergar os meus ‘agentes positivos’ de vida, sabe aquela pessoa que parece odiar você, aquela ou aquele que faz tudo para te aporrinhar e tirar a sua paz espiritual nesta vida?
Talvez sejam difícil vocês compreenderem, porque aqui no hemisfério ocidental e católica do planeta, o mau vive em constante batalha, ou em conflito com as forças do bem, quando na verdade não é bem assim, pelo menos, nós budistas não enxergamos desta maneira.
No mundo e no universo a dualidade é uma constante, ou seja a noite para o dia, o frio para o calor, a água para o fogo, o homem e a mulher, o veneno para o antídoto e o positivo para o negativo, todos existem em pares, e tal dualidade só pode ter um significado e propósito para nós humanos, encontrar o equilíbrio no meio dessas duas realidades.
Qualquer religião ou filosofia que prega a errônea idéia de que o negativo está em constante conflito com o positivo é equivocada, basta observar, para gerarmos luz por meio da eletricidade são necessários duas formas de energias; a negativa e a positiva, sendo que uma não existiria sem a outra.
Então estimados leitores reflitam sobre as pessoas falsas e negativas em suas vidas ou mesmo neste mundo, procure o equilíbrio interior para lidar  principalmente com a falsidade alheia, de repente tais pessoas “falsas” são nossos ‘agentes positivos’ que querem nos mostrar o pior de nós mesmo que convenientemente teimamos não enxergar, para todo veneno existirá um remédio, e assim o mundo e o próprio universo prossegue em frente, 'seguir em frente', e não apontar as falhas alheias é tudo que precisamos para sermos melhores pessoas!

Paulo RK




Adore gente, ame mais pessoas que fazem parte da sua vida!

Sim, existe nas pessoas um histórico Cármico que carregamos muito além dos tempos; de vidas passadas, do presente e com certeza de um futuro desconhecido.
O que quero dizer é que todas as experiências vivenciadas por nós, sejam no passado, presente e futuro não se perdem com o próprio tempo, porque todo aprendizado ficará contido dentro de nós mesmos ou do que chamamos aqui de alma, dentro do nosso inconsciente e que manifesta como personalidade, por esta razão cada pessoa tem uma personalidade distinta uma das outras.
Cada um acredita no que quiser, falo com base no estudo da filosofia budista que muito tem respondido as minhas questões e indagações das minhas próprias ‘crises existenciais’ do ser ou não ser.
Aqui menciono tal teoria relevante, porque observo pessoas desdenhando uns aos outros, por valores fúteis e irrelevantes perante a verdadeira essência da eternidade, e funções pelos quais nascemos, neste planeta e como seres humanos.
Dizem que não são banais os propósitos por termos nascidos como ‘seres  humanos’, viemos com uma missão e cada missão são frutos dos nossos próprios Carmas, e foi o mesmo Carma que determinou a pessoa quem você é hoje, determinou a sua família, seus pais e todas as suas condições  inerentes e únicas que lhe caracterizam quem você é, goste ou não.
E é aprendendo com os nossos semelhantes que despertamos essa nossa consciência e o verdadeiro ‘sabor pela vida e por quem somos’, pessoas que se julgam melhores que as outras pessoas, que tem por habito ignorar o seu semelhante se tornam intolerantes consigo mesmo, por esta razão não conseguem viver em harmonia com as pessoas do mundo, pois vivem em constante conflito interior.
Não despreze ninguém pelas aparências ou por quaisquer valores superficiais que não represente de fato a pessoa em questão, tenha curiosidade em aprender sobre as pessoas, conheça o máximo de pessoa que puder enquanto estiver neste mundo, pois afinal de contas ‘se a vida é uma escola, as pessoas são os nossos melhores mestres da vida’!


Paulo RK 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Não é ‘mea culpa’ se pessoas acordam de mau humor e se elas gostam de selfies!

Sou uma pessoa que adora redes sociais, não para me expor como todos adolescentes fazem ou mesmo adultos com mentalidade de adolescentes adoram fazer, tirando toneladas de fotos digitais como se fossem celebridades ou mesmo valorizando momentos triviais como um passeio no shopping ou jantando num restaurante badalado, como se as pessoas estivessem interessadas nas suas vidas.
De boa e cada um com seu cada um, e muito longe de querer criticar a “felicidade alheia” porque cada um contribui com o que pode com um mundo melhor, mas fala sério e não satisfeitos em postar fotos de uma vida rotineira, tem gente que chegou ao ápice da esquisitice e tiram suas fotos com poucas roupas, fazendo pose como se fossem celebridades, o próximo passo da “evolução” é postar fotos de seus membros, era só o que faltava porque o povo não sabe mais o que fazer para parecerem mais, muito mais do que de costume e se exporem exageradamente em redes sociais. (risos)
 A questão é; ‘para que servem redes sociais’?
O povo adora se aparecer, mas pouco se importam com os seus amigos, parentes e afetos, são tão vaidosos com suas “belezas” que se esquece de cultivar amizades em redes sociais.
Talvez porque tais pessoas pensam que ‘redes sociais’ são vitrines de lojas de departamentos para ficarem expondo suas “belezas” ao mundo, como se as pessoas estivessem interessadas em suas belezas.
Posso parecer estar sendo muito crítico, mas me sinto ofendido, quando desejo conversar com alguém em algum momento fatídico da minha vida e algum amigo virtual não tem esta disponibilidade de conversamos para refletirmos e de alguma maneira procurarmos uma solução para tudo que nos afligem naquele momento fatídico, no entanto algumas pessoas acostumadas à idolatria própria de sua beleza “eterna”, na verdade de tão obcecadas com suas belezas se esqueceram de como é legal nos relacionarmos com pessoas diferentes seja virtualmente ou na vida real.
Penso ‘ser’ o mais adequado no uso das redes sociais, quando todos os dias desejo e envio a vários amigos mensagens de Bom dia e Boa noite, não uma, mas várias mensagens para os amigos, além de curtir muito conversar com todos eles.
De repente sou severamente criticado, ao mesmo tempo, que sou achincalhado e ainda tenho que ouvir um sermão ouvindo palavras grotescas, como se eu não tivesse mais nada para fazer logo cedo de manhã.
Eu só não me ofendo, pois a pessoa que mencionou tal estupidez, parece não dormir o sono dos justos como eu próprio durmo, acordando com freqüência de mau humor, detalhe ele adora postar fotos nas redes sociais, então eu reflito com os meus próprios botões; ‘do que adianta serem “lindos” a ponto de se exporem tanto em redes sociais, ao mesmo tempo em que vivem suas vidas mal humoradas com tanta “beleza”’? (risos)

Paulo RK

Você sabe por que mães são tão fortes?

Eu leio muitas coisas, seja nas recepções de hotéis, nos consultórios médicos e dentistas, e nas filas de quaisquer estabelecimentos públicos e comerciais para resolver algum pepino.
Enfim tempo para ler não me falta, pois faço do tempo ocioso uma oportunidade para não perder tanto tempo na minha vida, o que quero dizer é que ‘se não tem outro jeito e tendo  mesmo que enfrentar uma fila quilométrica, vou pelo menos adquirir conhecimento praticando a leitura.
E foi numa dessas leituras que li algo muito interessante sobre uma pesquisa realizada daquelas que cuidam das outras pessoas, no caso em especifico das nossas mães.
Parece que as mães não ficam doentes, por elas se dedicarem as suas vidas a cuidar da gente, ou seja, quem cuida das outras pessoas, vivem mais e gozam de uma excelente saúde.
Eu sei que estou sendo irresponsável ao citar um estudo sem mesmo mencionar a fonte, mas como eu disse parágrafos acima, eu aproveito meu tempo ocioso para ler tudo que encontrar na minha frente, portanto na época nem me preocupei em anotar e nem deveria, pois não estava fazendo pesquisa apenas passando o meu tempo.
Posteriormente a leitura, e mais recentemente escutei na rádio tal descoberta, o locutor mencionou que uma pesquisa revelou que pessoas que cuidam das outras pessoas são mais felizes, raramente adoecem e vivem mais.
Eu não sei quais critérios científicos foram usadas para a realização de tais  pesquisas só sei de que são verdadeiras, porque recentemente estou cuidando de duas pessoas que inspiram cuidados e estou me sentindo muito bem mentalmente e fisicamente, depois que comecei a cuidar de tais pessoas a minha disposição se fortaleceu, portanto alguma verdade tal descoberta deve ter, com certeza não é mais uma falácia dos que gostam de encher lingüiça com bobagens!
Paulo RK
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Algumas pessoas se ofendem com as nossas opiniões sinceras!

É “impressionante” como as pessoas do mundo estão demasiadamente sensíveis, de repente qualquer pensamento meu, uma opinião minha exposta com convicção e forte entonação vocal, é motivo das pessoas se sentirem ameaçadas ou confrontadas.
Como já mencionei por aqui e na minha vida real, opiniões todo mundo tem, e ninguém precisa esconder suas opiniões ou pontos de vista com medo de “ofender” alguém, simplesmente porque no meu entendimento, seres humanos conversam para compartilhar seus pensamentos e experiências vivenciadas por elas, ‘compartilham’ com o seu semelhante para poderem se identificar como pessoas e com pessoas do seu entorno, porque somos todos seres sociais de ‘sociabilidade’, necessitando inconscientemente ou conscientemente da aprovação das outras pessoas.
Afinal de contas tais atitudes nos tornam humanos, mas infelizmente nem todo mundo enxerga tal ‘realidade’ com as mesmas clarezas que a gente, não que eu seja melhor que ninguém, mas de boa, não me ofendo quando pessoas expressam suas opiniões a meu próprio respeito, porque ‘opiniões’ alheias podem nos tornar em pessoas melhores, precisamos ter críticas das outras pessoas ao nosso próprio respeito, e não viver apenas para criticar as outras pessoas, pois isso nos ajuda a crescer como valores humanos, nos ajudando a enxergar não somente coisas positivas, mas as nossas próprias realidades negativas de vida que muitas vezes não enxergamos.
Por esta razão não me zango ou ofendo com opiniões alheias, pois ‘opiniões ou como costumo chamar criticas construtivas’ são vitais para o meu próprio crescimento como um ser humano completo na minha vida e neste mundo.
Paulo RK
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Descobrindo novas formas de prazer (eca)!

Dizem que apenas uma vida não basta para sabermos ou conhecermos um pouco de tudo, eu sou uma dessas pessoas curiosas, que faz questão de saber das coisas que acontecem ao meu redor, seja conversando, lendo, observando pessoas ou mesmo praticando, eu presto atenção em tudo com o intuito de adquirir novos conhecimentos e novas experiências de vida.
Mas tem um tipo de aprendizado que são difíceis de captar a primeira observada, na verdade é difícil de captar na segunda, terceira, quarta...., até o dia em que ‘caímos na real’, em verdade  o processo do aperfeiçoamento do aprendizado vem com o nosso próprio amadurecimento, e com mais idade nos tornamos aptos a compreender determinados acontecimentos ou fenômenos em nossas próprias vidas, que até então não compreendíamos.
Foi o que aconteceu quando aprendi a fazer café, mas um café ‘gostoso’, pensem num cafezinho quentinho, incorporado, cheiroso e docinho, saibam que depois que aprendi a fazer café conheci o prazer de servir as pessoas com esta maravilha, sim sinto prazer em fazer café para as pessoas e tomar junto com elas.
Não seria exagero dizer que sinto um prazer aconchegante que me aquece até a minha alma, porque até então não compreendia porque todo mundo oferecia cafés as pessoas que vão visitar, pensando que fosse por costume ou educação.
Existem muitas outras formas de ‘prazeres’ nesta vida, e a vida é fascinante porque nos revela de forma “homeopática”, e com certeza o que torna as nossas vidas ainda mais emocionantes é quando somos curiosos e procuramos enxergar e explorar tudo que é novo, não precisando esperar tanto tempo de nossas vidas, mas se você não tem curiosidade de explorar a sua vida, não esquenta, aos poucos conforme vamos amadurecendo tomamos conhecimentos, a questão é que devemos saber das coisas quando novos e não depois de envelhecidos, apesar de que nunca é tarde para saber das coisas.
Caros leitores se vocês pensaram que fosse outro tipo de “prazer”, baseado na foto desta postagem sinto muito, mas vocês estão com a mente poluída, mas olha a maldade minha, foi mesmo uma pegadinha. (risos)

Paulo RK

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pessoas que valorizam muito a aparência externa são pessoas fúteis!

Odeio julgamento, portanto tudo que falo ou menciono por aqui, não é baseado em julgamentos fúteis, mas em observações dos comportamentos de pessoas alheias do meu entorno.
Eu sei que o mundo trata melhor quem se veste bem, mas não precisamos ser exagerados neste quesito só porque o mundo vê com bons olhos, pessoas que se veste bem.
A questão inquietante é que em nosso país o Brasil, tem muito bandido vestindo roupas de grifes, capazes de cometer crimes atrozes contra não com uma pessoa, mas com toda a nação de uma só vez, e sem titubear, tais ‘pessoas bem vestidas’ não tem piedade ou misericórdia alguma com pessoas humildes de pai e mãe, que se quer tem o que comer pelo próprio infortúnio de terem nascido pobre no Brasil.
Por outro lado, observe esse mesmo povo pobre que vota errado e se quer sabe cobrar algo dos seus governantes, conheço desempregados fazendo questão danada de andar com roupas de marcas e de carro só para manter as aparências, quase sempre esse pessoal se quer tem o que comer em casa, tendo nome restrito e se quer param em empregos, não tendo estabilidade financeira ou social alguma.
Mas tudo isso não é da minha conta, cada um com o seu problema, o único inconveniente é que vivo no meio dessa gente bem vestida e fútil, essa mesma gente por viverem de aparências, se quer lutam por uma vida melhor em comum para todos (estando bem, foda se o resto), e como são muitos, e ainda que eu busque votar corretamente, e fazendo o melhor para beneficiar a todos, essa gente burra e bem vestidas, são a grande maioria num país pobre e miserável como a nossa, perpetuando um país medíocre onde as pessoas não tem valor por quem elas são, mas pelo que elas aparentam ser.
Paulo RK


Parece que pessoas ‘contemporâneas’ perderam suas capacidades de se conectar com o seu semelhante!

É interessante o comportamento do homem considerado moderno, com tantas redes sociais e tecnologia moderna para nos dar mais conforto parece que tais pessoas contemporâneas preferem viverem isoladas do resto do mundo.
O homem sempre foi um ser que pensa que pensa, mas na prática a sua conduta com a tecnologia criada por nós mesmos, nos faz questionar a nomenclatura que convenientemente nos pertence, à de “homo sapiens”, afinal de contas de sabedoria não temos nada, não é mesmo?!?!?!
O homem moderno parece fazer muita questão da conectividade dos seus aparatos e brinquedinhos eletrônicos que alias são muito caros, ao mesmo tempo em que ele próprio está se esquecendo de se conectar com as pessoas.
Então fica ‘aquela coisa estranha’, você marca um encontro com uma pessoa pela rede social, e pessoalmente a pessoa parece ter uma bola de golfe entalada na sua boca, pois não consegui se comunicar tal como costuma tagarelar nas redes sociais.
Fazendo jurar ou estranhar que aquela pessoa não seja a mesma das redes sociais, tamanha diferença de comportamento!
Mas tal ‘desconexão humana’ não acontece somente no aspecto virtual da vida, no mundo real é a mesma coisa, parece que as pessoas se desinteressaram pelas outras pessoas, elas não querem conhecer a sua personalidade, o interesse agora é por tudo que você pode oferecer a ela.
Seja favores sexuais ou confortos por tudo que o dinheiro possa comprar e lhe proporcionar, o interesse das pessoas modernas é muito egoíca, se comparada com os valores dos antigos, por esta razão prefiro ter amizade com pessoas mais vividas e da velha guarda, pois parecem se interessar em nossos pensamentos, de como enxergamos e encaramos as nossas próprias vidas.
 Enfim ‘pessoas contemporâneas’ me deixam confusas, pois elas reclamam serem solitárias ao mesmo tempo quando oferecemos as nossas amizades parecem desdenhar, eu sei que talvez seja por alguma dificuldade psicológica de se relacionar com e entre os seus, mas pelo menos acho que tais pessoas deveriam pelo menos se demonstrarem mais interessados na pessoa que querem serem seus amigos, ou pelo menos ficassem quietas e não reclamassem tanto por serem solitárias, afinal de contas tudo na vida é uma questão de escolha, se está descontente com o seu atual estado de vida, procure melhorar, se conectando mais com pessoas, e principalmente fazendo questão da amizade delas!

Paulo RK

Eu acredito em anjos da guarda, detalhe sem asas!

Existe uma parábola no budismo que diz que todo aquele que recita o mantra, é como um pássaro livre preso pela primeira vez numa gaiola, o pássaro desesperado começa a chorar em desespero, logo ao seu redor outros pássaros cercam a gaiola e num esforço em conjunto ajudam a libertar o pássaro de sua prisão.
No budismo a prática principal é a recitação do mantra (NAM MYOHO RENGUE KYO), e quando recitamos do fundo dos nossos corações invocamos nossas forças internas e externas as nossas próprias realidades de vida.
Mas não se enganem, recitar o mantra parece ser fácil mas não é, pois ele mexe com todos os nossos carmas negativas e positivos de vida, e quando digo vida, não me refiro apenas a esta vida presente, mas vidas passadas também, que através do Carma influencia negativamente ou positivamente dependendo do seu próprio Carma acumulado.
Tais ‘Carmas acumulados’ manifestam em nossas vidas presente de diversas formas, portanto para nós budistas não é um deus que deseja que você seja pobre ou doente nesta vida, enquanto o seu vizinho é rico e tem saúde para dar e vender, fosse assim, toda a idéia que o mundo tem de “deus”, não tem sentido algum, afinal de contas se ele todo amor, onde está a compaixão do mesmo, ao colocar neste mesmo mundo, pessoas de tão diferentes classes sociais, onde o rico sempre leva vantagens sobre os mais pobres?
Acredito que o ponto de vista sobre tais discrepâncias, é mais lógico no budismo que em outras religiões, a filosofia budista prega que tudo que temos nesta vida é meritório, se você é rico, lindo e tem saúde é porque em vidas passadas você fez causas positivas para nascer nessas condições, do contrário é verdadeiro.
Convivo com muitas pessoas de várias áreas de atuação, um “amigo” traficante que vive se gabando por ter matado desafetos, eu o repreendo, dizendo que ele nascerá pobre, doente e miserável, pois está fazendo causas negativas para tal, e ele diz num tom de “brincadeira” que eu posso ser o próximo a amanhecer com a boca cheia de formiga, pois fico de crocodilagem com ele, com essas idéias budistas. (risos)
Mas enfim acredito na lei da causa e efeito porque definitivamente esse meu “amigo” traficante não nascerá rico, próspero e com saúde nas próximas vidas, pois faz causas negativas nesta vida, mas voltando ao assunto principal; recitar o mantra nos permite  enxergar os nossos problemas do alto e com mais sabedoria para definitivamente transformar o nosso veneno Cármico em remédio, além de invocar nossos ‘anjos da guarda’ sem asas, que no budismo chamamos de ‘Bodhisatvas da terra’, que aparecem em nossas vidas para nos exaltar e ajudar em momentos cruciais e difíceis e tal como citado na parábola acima, tais Bodhisatvas da terras nos liberta das nossas próprias prisões da escuridão fundamental ou ignorância humana que nos faz sofrer.
Detalhe ‘anjos da guarda’ ou ‘Bodhisatvas da terra’ aparecem em nossas vidas na forma humana, são pessoas comuns mas com alma mais evoluídas que as nossas, com o intuito de nos livrar das coisas que nos faz sofrer inclusive das nossas próprias ignorâncias.
Paulo RK


Não tem lógica procurar nas outras pessoas o que falta dentro de você mesmo!

Eu testemunho muito tal ilusão, hoje em dia pessoas se iludem em acreditar que o casamento é livramento dos sofrimentos da vida de solteiro.
Pior, em alguns casos que eu próprio testemunho, percebo que até piora um problema que já estava ruim depois de casado.
O problema está na expectativa ou crença das pessoas de supostamente preencher seus vazios interiores com outra pessoa.
Nós seres humanos somos muitos parecidos uns com os outros, diria até idênticos no aspecto comportamental, então a lógica é que o outro, ou a outra está procurando preencher o vazio que elas sentem nelas com as outras pessoas, como se fosse um objeto inanimado.
Por esta razão casamentos “modernos” não duram muito, porque o casal percebe que aquele vazio de solteiro retorna logo se apaga o fogo da paixão inicial.
Tenho como opinião que casamentos não é sinônimo de felicidade para ninguém, talvez tenha sido na época dos nossos avós e avôs, dos casais que viveram felizes até que a morte os separe, hoje não mais, talvez porque as necessidades humanas e mundanas sejam outras.
Com certeza não quero envolver ninguém nos meus dramas e dificuldades pessoais, quero primeiro experimentar de tudo, conhecer primeiramente a mim mesmo e quando esgotar todas as possibilidades superando todas as minhas fraquezas, e quando eu enjoar de viver solitário, ai sim, só assim vou procurar alguém.
Mas que fique claro, quando “procurar” alguém para ficar ao meu lado até que a morte nos separe, não será para exigir dessa pessoa o que sinto falta em mim, mas desejarei alguém ao meu lado para somarmos sentimentos e sonhos bonitos de quem viveu plenamente a vida de solteiro e tem com certeza muita coisa para ensinar as pessoas do mundo junto a pessoa amada!  
Paulo RK


Muitas vezes não podemos ajudar pessoas que não querem ser ajudadas!

Quando mais novo sofria muito, alias me torturava psicologicamente ao testemunhar pessoas que mais amo sofrerem nesta vida.
Hoje depois de amadurecido compreendo que cada pessoa tem a sua própria vida e nada do que falarmos ou fizermos para “ajudar” não terá efeito algum, caso a pessoa não aceite pelo menos escutar e refletir os conselhos amigos.
Depois de adulto compreendo que a melhor forma de ajudar tais pessoas sofredoras é fazer o que podemos fazer, parece meio obvio e lógico, mas a questão é que antes, na fase da minha adolescência não enxergava desse jeito, e pensava que deixando de viver por conta das pessoas que amava e sofredoras, de alguma forma eu estava ajudando elas.
Hoje compreendi que para ajudar as pessoas que amamos é fortalecermos as nossas próprias condições de vida, vivendo as nossas vidas da melhor forma possível e fazer tudo que for possível, não sofrendo pelo impossível.
Viver as nossas vidas no sentido de curtir a vida, sair mais, fazermos o que gostamos de fazer e o mais importante, conhecer pessoas de qualidade, geralmente pessoas melhores que nós mesmos, simplesmente porque se uma pessoa está se “afogando” com a sua própria ignorância e por livre escolha própria, e se ficarmos juntos a elas vinte e quatro horas, nos tornamos iguais a elas, nos contaminamos e nos tornamos intolerantes.
Importante lembrar que as pessoas sofrem neste mundo pela própria intolerância, pessoas que não vivem a vida por questões preconceituosas criando ojerizas e preconceitos por tudo que é mundano sofrem pelas suas próprias escolhas não sendo culpa de alguém ou quem quer que seja.
O conselho básico desta minha literatura é abrirmos as nossas mentes, procurar fazer o que gostamos e estar em boa companhia de pessoas melhores que nós mesmos.
Simplesmente porque ninguém pode crescer convivendo ao lado de pessoas medíocres que sofrem pelas suas próprias ignorâncias e falta de amor próprio!  

Paulo RK

O meu melhor é a soma de todas as pessoas boa que conheci e estou conhecendo nesta minha “breve” caminhada pela estrada da vida!

Não poderia ser diferente afinal de contas aprendemos muito na convivência com pessoas melhores e até ‘não tão melhores do que a gente’.
Não estou aqui para julgar ninguém, pois como todo ser humano, tenho minhas próprias dificuldades de enxergar os meus piores defeitos, e agradeço profundamente pessoas que tem a coragem e a dignidade de dizer na minha cara, alias são pessoas desta natureza os melhores e verdadeiros amigos, ao contrários daqueles que falam o que queremos ouvir e batem “carinhosamente” nas nossas costas.
Meu pai me ensinou desde pequeno uma importante lição de vida sobre as pessoas, sobre a escolha das pessoas que desejamos ou escolhemos como nossos amigos.
Ele disse que amigos, devem de ser iguais em termos de valores morais ou superiores a nossa, mas nunca inferiores ou piores.
Ninguém é melhor que ninguém (fato), mas determinadas pessoas, não tiveram a educação que tivemos de berço, portanto não sabem como lidar com as pessoas no meio social e muitas dessas pessoas, por não terem tido orientação de berço sofrem graves desvios de conduta no meio social, praticando todo tipo de torpeza e violência contra o seu semelhante.
E por não terem tido amor, afeto e principalmente orientação de mãe e pai, as crianças desamparadas de ontem, são os adultos sem caráter e moral do dia de hoje, pessoas que sempre querem passar por cima de quaisquer situações difíceis, pessoas que adoram levar vantagens em tudo nesta vida, desprezando e até humilhando os mais humildes e exaltando o que eles consideram superior segundo seus próprios valores e conceitos errôneos.
Tais adultos que cresceram a mercê da vida e da própria sorte, não tem humildade de considerar as pessoas do seu entorno melhor que elas, por esta razão e na sua arrogância tais “adultos” não crescem e com toda certeza nunca se tornarão em pessoas melhores!
Nunca podemos dizer nunca, mas partindo do principio que pessoas sem humildade para aprender com o seu semelhante NUNCA aprenderão nada, portanto nunca melhoram.
E para tais pessoas o dito popular; ‘pau que nasce torto nunca se endireita’ lhe caem muito bem!
Paulo RK


domingo, 16 de abril de 2017

Não acho que homem que acha outro homem bonito seja viado!


Porcaria de sociedade (machista) em que vivemos, ‘porcaria maior’ é quando não somos educados para lidar com certos boçais que são “educados” desde o berço para agredir o que é “diferente” aos olhos estreitos dessa gente ignorante.
Hoje não me importo tanto quanto me importava quando mais novo, pois com o advento do amadurecimento a gente vai aprendendo a lidar com certos sentimentos do desprezo alheio.
Mas a questão é que a gente “aprende” a conviver com tais pedras em nossos sapatos, quando na verdade, a gente nunca se acostuma com determinadas hostilidade gratuita da própria ignorância humana.
Vivemos no século XXI, pasmem ainda tem trogloditas do século passado “vivendo” entre nós, com sentimentos primitivos, típicos dos ‘junglemans’, fazendo do que deveria ser normal uma estúpida exceção.
Como menciono parágrafos acima, a gente não se acostuma, mas aprende a coexistir com tais intempéries do comportamento hostil humano, com tudo devo enxergar o lado positivo desta negativa, tenho aprendido a lidar com cascas grossas, e a melhorar a minha habilidade de trabalhar com o público em geral.
E assim que se faz, pois dizem ‘se a vida lhe der limões à gente faz uma deliciosa limonada’!

Paulo RK 

Parei de agradar todo mundo, não vale a pena!

Dizem que nem Buda e nem Jesus agradou a todos, por que então eu, um simples mortal deveria ter tal incumbência?
À medida que amadureço, aprendo que a maior virtude e o melhor valor de um ser humano é a sinceridade.
E ao mesmo tempo aprendo que nem todo ‘ser humano’ curte a sinceridade, infelizmente vivemos numa sociedade hipócrita onde muitos gostam de ouvir apenas o que eles querem ouvir, falando o que lhe é conveniente para a obtenção de quaisquer vantagens.
De boa!?!?!?
Não suporto gente medíocre, sou do tipo muito critico comigo mesmo, então se estiver fazendo algo de errado, pode falar na minha cara, que eu gosto!
E por gostar de ser sincero com as pessoas, gosto de pessoas sinceras, jamais vou conseguir algo na minha vida adulando alguém, ou num português claro, jamais puxarei o saco de quem quer que seja para obtenção de algum emprego ou sucesso na minha vida.
Na real, na minha vida tem dois tipos de pessoas, os que me odeiam pela sinceridade e os que me amam pela minha própria sinceridade.
Dos amigos que curtem a minha sinceridade, tenho a certeza que posso contar com todos eles para o que der e vir, do contrário é verdadeiro, dos que me odeiam por ser sincero, espero de tudo, menos amizade sincera.
Paulo RK



Tenho que ser “curto e grosso” para sobreviver aos novos tempos!

Sei que será difícil, mas vou tentar, para me adequar, se não estou tendo tempo para escrever, vou escrever o menos possível, buscando detalhar um acontecimento do dia e suas respectivas reflexões em poucas palavras.
Será desafiante e já estou me perguntando, será que consigo?
Nada demais para quem diz gostar de desafios nesta vida, mas a questão é, e sempre existirão questões conflitantes numa cabeça demente e pensante como a minha; ‘a questão é que adoro sentar em frente ao monitor e “viajar” na maionese com os meus pensamentos’, porque afinal de contas tal “viagem” me ajuda a viver e me faz sentir vivo. (importante)
Então este texto será um ‘padrão’ de agora em diante em meu blog, portanto vamos desmembrar o termo ‘curto e grosso’, que aqui não tem nada haver com a falta de educação e nem poderia. (sou educado)
Mas a palavra ‘curto’, é de poucas palavras, e o termo ‘grosso’, um texto direto no assunto, sem ‘plumas e paetês’ ou rodeios que tanto adoro e como menciono acima, que me faz “viajar na maionese”.
Estou demorando muito a postar e não gosto de deixar o meu espaço virtual vazio, primeiro porque acho uma falta de consideração com as pessoas que curtem a minha literatura e segundo porque ‘acredito’ estar colaborando com alguém neste mundo insano de tantos conflitos existências.
Portanto amigos virtuais e reais não estranhem os ‘posts’ curtos de agora em diante, porque o ‘tempo’ mais uma vez me obrigou a me adequar a ela, mas não estou reclamando afinal de contas quem não consegue acompanhar o tempo, perderá o seu próprio tempo para ser alguém nesta vida! (pense)
Paulo RK



quinta-feira, 13 de abril de 2017

Como obter sabedoria nas nossas vidas?

Existe uma ‘tendência’ comportamental humana negativa, o homem tem sede por informações (conhecimentos técnicos e entre outros), ao mesmo tempo em que muitos desses mesmos homens, ávidos por se manterem informados, não possuem sabedoria de vida para lidar com tais ‘informações’, agindo como se fosse um recipiente qualquer de qualquer coisa, pensando serem úteis somente pelas informações acumuladas e adquiridas!
Mas qual a diferença entre sabedoria e conhecimento (informações), qual deles é mais importante para vivermos plenamente neste mundo?
Vou mencionar sobre um amigo, do tipo considerado “inteligente” por ter muitos conhecimentos na área da construção civil que vão desde pintura, hidráulica, elétrica, e muitas outras atividades do próprio ramo da construção.
A questão é que ele vive sem trabalho quase o ano inteiro, mas não pense que ele seja um “profissional” do tipo meia boca ou ‘quebra galho’, sou muito critico principalmente no que se refere à qualidade de serviços prestados, portanto se ele fosse um profissional medíocre eu ignoraria e não perderia meu tempo mencionando a sua conduta por aqui ou na vida real, muito pelo contrário o conhecimento que ele tem lhe permite executar obras a encher de água os olhos dos clientes e de muito bom gosto e alvo de muitos elogios e apreciação.
Menciono por aqui a sua conduta e com total discrição que ele merece, pois não estou julgando por ser assim, apenas analisando o seu comportamento e do ‘quanto’ ele perde por não ter sabedoria em usar os próprios conhecimentos técnicos adquiridos ao seu favor, sendo o seu ‘modus operandi’ um grande aprendizado comportamental para mim e para todos aqueles que possam estar cometendo inconscientemente tais equívocos em suas vidas profissionais e sociais.
Afinal de contas aprendemos uns com os outros, a vida é uma grande escola e as pessoas os nossos melhores mestres, engana se todos aqueles que pensam que viemos ao mundo a passeio.
Com este exemplo do amigo profissional, que conhece muitas técnicas, quero mostrar a todos que conhecimento (informações técnicas) sem a sabedoria não tem utilidade nenhuma, porque com a sabedoria você saberá como ganhar dinheiro e prosperar na tua área com o próprio conhecimento, do contrario é verdadeiro, todo conhecimento subjetivo que adquirimos em todas as nossas vidas, quando não praticadas se tornam inúteis, não  prestando para nada.
E assim são as pessoas com tais tendências para o consumismo desenfreado, precisamos ter, “pensando” que seremos alguém só por ter algo que a mídia diz “precisarmos” ter, “vivendo” das aparências nos tornando em pessoas fúteis cada vez mais vazias e ocas por dentro.
Porque na falta de sabedoria em lidar com todos os tipos de informações e conhecimentos o ser humano se perde, ‘se perde’ para as suas verdadeiras necessidades neste mundo que é o de evoluir espiritualmente.
Não estou falando que devemos abrir mão do mundano, pois nem Buda e nem Jesus condenavam ganhar dinheiro ou viver esta vida plenamente, pois ambos; bem como muitas outras religiões existentes no mundo afirmam uma única realidade de que não viemos ao mundo para sofrer.
Mas como fazemos para adquirir a sabedoria nesta vida para trabalharmos em prol das nossas próprias felicidades neste mundo? (boa pergunta)
Particularmente eu não conheço outra forma* além da oração/meditação, quando eu medito elevo a minha condição de vida, e quando nos elevamos espiritualmente encontramos respostas dentro de nós mesmos para lidarmos com as próprias vicissitudes dos nossos carmas.
Do meu ponto de vista ‘budista’, não é um ser central que aqui todos chamam de deus, mas uma força regida pelos nossos próprios carmas, que determina as nossas decisões perante quaisquer infortúnios.
Um questionamento muito pessoal; ‘se esse deus existisse tal como todo mundo gosta de acreditar cheio de bondade e amor ao próximo, por que tantas tragédias no mundo acontecem com criancinhas e pessoas idosas’?
E ainda diz que Jesus morreu para nos livrar de todos os nossos pecados, e com tal “afirmativa” novamente uma pergunta, teria sido em vão a morte de Jesus?
Acredito que não seja do jeito que as pessoas convenientemente preferem ou gostam de acreditar neste ser subjetivo que ainda vive no coletivo imaginário popular, mas a falta de sabedoria do povo indica claramente que muitos ‘absorvem informações mundanas’ sem ter sabedoria, perpetuando se assim um sofrimento causado pelas suas próprias ignorâncias, da própria ignorância pela falta de coerência de enxergar o mundo tal como ela se encontra nos tempos considerados contemporâneos.
Uma pequena observação de quando mencionei parágrafos acima* ‘que não conhecia nenhuma outra forma de adquirir sabedoria neste mundo além das orações e meditações’, existem sim, e é na convivência humana que podemos ‘também’ obter a sabedoria.
A questão é que nós ‘seres humanos’ fomos beneficiados pelo livre arbítrio, tendo o poder da escolha nesta vida, somos também influenciáveis  pelos nossos próprios semelhantes e é onde mora o perigo.
Se buscarmos a sabedoria de vida apenas na convivência com os da nossa própria espécie podendo cometer os mesmos erros das outras pessoas, simplesmente porque somos influenciáveis, a questão é que o livre arbítrio é um poder absoluto e não devemos desperdiçar com escolhas erradas, portanto precisamos da religião, vivemos num mundo de muitas realidades, por esta razão precisamos de um ‘norte’, um direcionamento e do meu ponto de vista ‘budista’, apenas uma religião ou filosofia verdadeira, pode nos frear dos nossos ímpetos negativos e direcionarmos para o que é correto num mundo onde parecem existir muitas verdades.
É onde entra a sabedoria, quando elevamos nosso estado de vida espiritual conseguimos enxergar do alto, podendo evitar muitos dos transtornos causados pelas nossas próprias escuridões fundamentais (ignorâncias), fazendo intuitivamente o que for necessário para superarmos nossos infortúnios aqui na terra.
A minha principal mensagem deste texto é alertar as pessoas não viverem com suas mentes fechadas, acreditando somente no caminho mais curto para a obtenção no que elas acreditam serem as suas felicidades, busque informações corretas sobre todas as coisas que existem neste mundo, não omita, não ignore a sua realidade de vida, e o mais importante, não se esquecem de adquirir sabedoria.
Trabalhe com os dois lados da vida, o lado objetivo como o conhecimento mundano e necessário para mantermos as nossas qualidades de vida, e o lado subjetivo, o lado espiritual como a sabedoria que aumenta as nossas convicções e nos direcionam para o que for correto!
Paulo RK


quarta-feira, 29 de março de 2017

Desafios!

Desde fevereiro tenho resolvido alguns impasses na minha vida, mas de boa, simplesmente porque não encaro ‘problemas como problemas’, mas como desafios que com toda a certeza me fortalece e me ajuda a crescer como um grande valor (ser humano).
Você não tem idéia de como é maravilhosa a sensação ‘depois de ter resolvido o que me incomodava’, uma ‘maravilhosa sensação de realização’, isso com certeza dinheiro algum do mundo pode pagar ou nos proporcionar.
Porque dinheiro só pode nos proporcionar a felicidade momentânea e efêmera, “comprando” tudo o que está à venda e desejamos num determinado momento de nossas vidas, mas as grandes ‘realizações’ da superação das coisas que nos incomoda, isso sim pode ser considerada uma felicidade eterna, porque os feitos por tudo que batalhamos para desvencilharmos um obstáculo desperta em nós mesmos a consciência (fogo ou a chama), das coisas que somos capazes de realizar neste mundo.
Isso dinheiro algum no planeta ou deste mundo pode pagar, da sensação indescritível de realização e felicidade duradoura humana!
Obvio que não podemos fazer de tudo ou realizar tudo de uma só vez, o que quero dizer é que somos apenas um e a nossa batalha nesta vida deve ser contínua e constante, tipo encerrou um desafio, vamos partir para um novo desafio.
E sem essa de dizer que precisamos de um descanso, quem afirma tal bobagem vive cansado e não faz absolutamente nada em suas vidas, preferindo viver em suas zonas de confortos a mercê de seus próprios medos de ter que enfrentar os desafios da vida, “vivendo” como um animal acuado em uma toca imaginária num suposto “mar da tranqüilidade” e muito pior, satisfazendo com o básico pela sua própria falta de capacidade de lhe proporcionar o ‘melhor da vida’. (mediocridade humana)
Para quem não sabe ‘desafios’ desperta em nós a própria motivação pela vida, quem vive do básico em suas zonas de conforto estão propensos as depressões, a rotina dos que “vivem” em suas zonas de confortos tem um custo alto, porque a falta de motivação pela vida causa várias outras doenças biológicas (físicas) além da pior que é a própria depressão, esta considerada o câncer do século XXI.
Converso com todo tipo de gente e de várias faixas etárias, dos oito anos de idade aos oitenta anos, e tenho reparado ou percebido, ‘a propósito quem me conhece pessoalmente’ sabe que enquanto converso com uma pessoa, a minha ‘mente demente’ faz uma analise completa, “varredura comportamental” completa do que a pessoa menciona em palavras e atitudes, se percebo incoerências da pessoa em questão eu me afasto, e do contrário me aproximo dela, fazendo questão de ter a amizade do humano coerente.
Mas voltando ao assunto da importância dos desafios em nossas vidas, percebi nas pessoas mais jovens na faixa etária dos seus vinte e poucos anos e sem objetivos em suas vidas, uma aparência envelhecida, não só na aparência física, mas em seus próprios comportamentos, daqueles que vivem encostados no sofá ou na própria cama a reclamar da crise sem mover, se quer uma palha na busca dos seus sonhos, tais “jovens” vivem inertes e cansados.
Do contrário é verdadeiro, conheço pessoas idosas dos seus oitenta e poucos anos, com a disposição de um adolescente, seus espíritos jovens são motivados pelos próprios desafios da vida, querendo mais e mais desafios tais pessoas são insaciáveis no quesito resolução de problemas, e o melhor de tudo é que tais pessoas idosas gozam de uma saúde impecável e a despeito do corpo físico debilitado elas não se entregam a quaisquer dores lombares, afinal de contas são ‘pessoas de espíritos imbatíveis’ que não temem desafios algum.  
Essas pessoas idosas com as quais tenho contato na minha rotina de trabalho possuem o aspecto jovial muito além do espírito, suas aparências físicas também adquirem um aspecto saudável, ‘agradável de ver’, quanto aos “jovens” dos seus vinte e poucos anos, se tornam velhos precocemente pela suas próprias condutas e errônea visão de querer viver acomodado em suas supostas zonas de confortos, desenvolvendo inclusive doenças típicas de quem tem mais idade, não correspondendo a tenra idade dos vinte e poucos anos.
Gostaria de deixar um conselho nesta minha reflexão sobre os desafios da vida; ‘os desafios mundanos existem por uma razão, de nos motivar pela própria vida, uma vida sem desafios é desgastante e frustrante, porque a nossa própria alma é como a chama do Sol que nos mantém aceso e constante, e os desafios em nossas vidas são como os fósforos que nos mantém acesos, sendo o ‘gatilho’ necessário para nos manter acesos ou motivados pelas nossas próprias vidas.
Descasquei um “pepino” no mês de março, apesar de ter titubeado pela própria dimensão, ‘mas superei’, tem algumas pequenas pendências em relação ao desafio do mês de março, mas já estou providenciando.
A questão e o motivo desta minha reflexão neste texto é que mal acabei de resolver um desafio e um novo desafio surge no meu horizonte para o mês de abril, não me intimido porque apesar deste novo desafio ser muito maior a do mês de março, tenho as minhas convicções de que nada é impossível para mim, afinal de contas sou budista, para quem não sabe budistas são irremediavelmente motivados pela vida e acreditamos nas nossas próprias capacidades de superação.
Mas tem uma coisa que me deixa “triste”, não terei muito tempo para escrever com freqüência em meus blogs como anteriormente, mas manterei atualizado na medida do possível, por enquanto agradeço a todos os que curtem e acompanham a minha esquálida literatura, ‘muito obrigado’, e não se esqueçam ‘enfrentem seus problemas de frente’, acredite nos desafios da vida para vencer suas próprias fraquezas.
Lembre se a cada desafio superado uma nova alegria e motivação pela  própria vida, vale muito a pena lutar pelo que acreditamos, pois ‘dificuldades’ são chamas que mantém o nosso “fogo” da paixão pela vida aceso, não permita que ela se apague nunca!

Paulo RK

sexta-feira, 17 de março de 2017

Como falar para o meu “filho” que tem gente maldosa neste mundo ao mesmo tempo em que ensino a ele a amar as pessoas deste mesmo mundo?

Não sei se vocês estão lembrados do meu “filhote”, o ‘Legorin’ um gatinho que jogaram no meu quintal (?) e eu adotei como se fosse meu!
Tenho muito orgulho de ser seu pai ou mãe, porque na verdade exerço essas duas funções; a paternal e a maternal, se enganam todos aqueles que afirmam que um homem não pode ser mãe por ser homem e uma mulher não pode ser pai por ser mulher.
Sou prestador de serviços para muita gente descolada, e testemunho mulheres que além de terem que trabalhar fora cumpre o papel de mãe e pai com esmero, e a despeito das dificuldades de quem precisa trabalhar fora e ainda; colocar em ordem os afazeres domésticos e principalmente cuidar da educação de seus filhos, tais mulheres são uns exemplos de superação, elas se querem tem tempo para reclamar ou para dedicar a elas mesmas.
E alguns homens para quem presto os meus serviços, também são exemplo de “mães” solteiras e muito competentes, eles fazem tudo o que o seu equivalente feminino faz e com muito carinho, deixando ou permitindo o seu lado ‘feminino’ aflorar.
Os machistas de plantão irão torcer o nariz ou dizer o contrário e criticar homens que executam tarefas femininas com esmero, ‘sinto muito’ mas tais “homens” são boçais vivendo no século errado, deveriam se atualizar, acompanhar mais a época em que estão vivendo ou voltar para o século passado, aliás, de onde nunca deveriam ter saído. (risos)
Mas voltando ao assunto dos diversos papeis que um homem ou mulher tem que assumir dentro da sociedade devido às difíceis adversidades e circunstâncias que a vida contemporânea nos proporciona, optei em adotar um “filho” e estou passando por uma experiência traumática, nem é drama da minha parte como mãe/pai ou pai/mãe, que tenho que ser na minha vida de solteiro.
Na verdade o meu drama vem do medo que tenho caso o meu ‘filho’ conheça algum ‘monstro humano’ e seja submetido algum sofrimento físico ou psicológico e todas às vezes quando chego do trabalho e ele não responde quando eu chamo, eu fico preocupado e não consigo fazer nada até que eu o veja que ele está bem, ‘coisas de mãe’ super protetora. (risos)
A questão é que o ‘Legorin’ sendo o meu “filho” adotivo, ensino para ele o que são os sentimentos do amor, o que é sentir carinho pelo próximo e simplesmente o que é gostar das pessoas e animais que a gente ama ‘como se não houvesse o amanhã’!
E o meu dilema seria como explicar para ele que no mundo nem todo mundo gosta de animais, tratando eles com os devidos respeitos, carinhos e delicadezas que merecem.
Acho que tenho competência para amar e falar sobre o amor para quem quer que seja ou mesmo ensinar o amor para as pessoas ressequidas com ressentimentos de tudo que é negativo e que a humanidade pode “apreciar” nesta vida e mundo.
Mas acredito que estou falhando com a educação do meu ‘guri’ (Legorin) porque ele parece não temer as pessoas, estive observando tais pessoas estranhas que pega ele no colo, pega porque ao chamar pelo seu nome ele prontamente atende e se recebe um carinho extra, começa a ronronar.
Posso dizer que estou mergulhado num dilema me preocupando, dele um dia se aproximar de algum humano mal intencionado e este suposto humano cometerem alguma maldade ou mesmo lhe tirar a vida, nem gosto de pensar começo a sentir aperto no meu peito e inevitáveis lágrimas começam a correr dos meus olhos.
Caros pais solteiros de plantão, eu suplico imploro por uma ajuda ou simples orientação; ‘como ensinar ao meu “filho” Legorin, os verdadeiros sentimentos que o ser humano pode nutrir com as outras espécies e ao mesmo tempo, alertar sobre os perigos que a nossa própria espécie representa a toda espécie animal do planeta inclusive a dele’?

Paulo RK

domingo, 12 de março de 2017

Ou você me ama ou me odeia de verdade! (pessoas fúteis)

Comigo é assim é oito ou oitenta não tem meio termo, ou você me ama ou me odeia, a pessoa que me conhece pessoalmente sabe que sou sincero ao extremo e não sou de adular ninguém, se percebo algo de errado na sua conduta eu te repreendo, mas quando for correto comigo ou mesmo com as outras pessoas, pode ter a certeza que você me conquistará e terá a minha sincera amizade por toda a sua existência aqui na terra.
Não costumo julgar ninguém pelas aparências, pois não sou uma pessoa fútil de descartar antes mesmo de conhecer ao nível mais profundo quem quer que seja, na verdade eu tenho ojerizas de pessoas ‘fúteis’ ou superficiais que amam de paixão ficar julgando o que elas desconhecem de fato nas outras pessoas.
Por esta razão eu ando maltrapilho, não como um mendigo, mas como um trabalhador braçal que sou, pouco importando se pessoas de ‘cabeças e mentes fracas’ se distanciam de mim pela minha aparência simplória de operário braçal, na verdade eu agradeço tais pessoas, por criarem um campo invisível de proteção contra a minha pessoa, deste modo elas me poupam dos infortúnios de suas próprias ignorâncias.
Porque tem gente tão boçal, transbordando em ignorância e estupidez acumulada que confesso não ter paciência com essa gente, e à medida que estou amadurecendo mentalmente aprendi a descartar esse tipo de gente, mesmo sendo cliente; ‘daí você me pergunta, mas são teus clientes, aqueles que pagam a sua conta’?
A questão é que amadureci muito e com a cabeça, mente e coração  maduros, compreendi que dinheiro algum paga a nossa paz espiritual, com certeza que ‘se ontem era escravo dessa gente fútil e descartável’, hoje quem os despreza sou eu.
‘E não pessoal’, não estou sendo igual a essa gente ao desprezar eles, porque afinal de contas, ainda que eu tente uma aproximação amistosa com esse tipo de gente para pelo menos conhecer seus pontos de vista sobre as pessoas e o mundo, elas me repelirão como a água que despreza o óleo e vice versa, portanto quando eu os desprezo na verdade estou fazendo um grande favor a eles, ‘quebrando o galho’, poupando os dos constrangimentos de algum outro ser fútil a testemunhar eles em minha companhia, nossa que tragédia, já pensou (?), deve ser foda para essa gente descartável! (risos)
Mas a quem possa interessar, não sou maltrapilho nos 365 dias do ano, tenho bom senso, e de repente não vou ao um encontro ou uma reunião trajado como um mendigo, pois sei me vestir elegantemente, tenho postura adequada, sei me comunicar e me relacionar civilizadamente, sendo que as minhas vestes do cotidiano é mais para não estragar as roupas semi novas, afinal de contas boa parte do meu trabalho é braçal e se vocês soubessem nos “buracos” que tenho que entrar vocês com certeza me darão razão. (risos)
A questão daqueles ou daquelas que me odeiam, é porque tais pessoas fúteis nos subestimam, talvez porque na mente doentia delas, ‘pessoas maltrapilhos’ são burras e ignorantes, principalmente quando estamos falando de pessoas que trabalham no operacional, mas tais pessoas se esquecem que o pior defeito humano é querer ser o que elas não são e muito pior julgando sem antes conhecer e criando com isso um mundo infernal cheio de pessoas fúteis; ‘quando ser ‘fútil (na visão deles) é legal e ser uma pessoa autentica é ruim’ (infelizmente)!

Paulo RK

quarta-feira, 8 de março de 2017

Precisamos de uma religião verdadeira para sermos felizes nesta vida!

Lembro como se fosse ontem, lembro dos meus medos e fraquezas pessoais, era arrogante e me considerava o ‘dono da razão’, era ‘arrogante’ e me sentia o ‘dono da razão’ não por ter auto-estima forte, mas pelo contrário e acho que era uma defesa do meu inconsciente, de não querer ser passado para trás ou mesmo ignorado pelas pessoas do meu entorno.
E por ter sido assim perdi muitas oportunidades profissionais e sociais nesta vida, até conhecer a filosofia budista, que me norteia (direciona) oficialmente desde 1.999.
Importante frisar que desde que conheci o budismo, a minha vida não mudou da água para o vinho, “religiões” que prometem tais ‘milagres’ são falsas, inúteis para a humanidade no que elas propõem; ‘livrar a humanidade do sofrimento’.
Menciono tal realidade e crença com muita propriedade porque conheço muita gente que se converteram nessas “religiões”, que alias são predominantes no mundo inteiro e quase na mesma época em que me converti ao budismo.
A questão fundamental que não quer se calar dentro do meu inconsciente é que essas mesmas pessoas que se converteram na mesma ou quase na mesma época em que me converti ao budismo, elas continuam as mesmas, não mudaram absolutamente nada em termos pessoais, no aspecto interno, como as suas próprias fraquezas e medos inerentes, alguns amigos ficaram até pior, pois parece que a cada ano eles estão mais distantes da realidade mundana de seu entorno, acreditando que um dia deus abrirá suas portas, só porque eles acreditam e pronuncia o “nome do senhor” deus pai.
Tipo, eles fazem ‘merdas’ em suas vidas e justificam que deus vai perdoar, pois ele é misericordioso e tem noção do quanto somos falhos, no entanto nenhum deles analisa ou refletem suas atitudes perante seus semelhantes, preferindo justificar a condição fraca e vulnerável do ser humano aqui na terra.
Não tendo como melhorar suas próprias condições negativas inerentes da ignorância em suas vidas, porque o “raciocínio” desse povo funciona deste modo; ‘quando acontecem coisas ruins na vida deles, foi o diabo, e quando acontecem coisas boas foi deus’!
A gravidade de todo esse morfético raciocínio é que ‘deus’ e o ‘diabo’ ainda vive no coletivo imaginário de muita gente e o ‘fenômeno vida’ requer objetividade e atitudes compatíveis com as nossas próprias condições terrenas.
Num português claro o que estou querendo dizer é que não adianta ‘viajar na maionese’ e não fazer nada em relação a sua vida real, viver de fé não nos leva a nenhum lugar, a propósito o único que vive da fé são os religiosos mal intencionados que fazem o uso da ignorância alheia, para o seu próprio benefício e enriquecimento ilícito.
Hoje quando observo pessoas que tive contato pessoal no passado e optaram na escolha de uma “religião” falsa, eu agradeço a vida por ter conhecido a filosofia budista, porque este conhecimento deixado por Buda no remoto passado é a fonte do conhecimento humano, uma herança abençoada que nos liberta de muitos aborrecimentos provenientes das nossas próprias escuridões fundamentais ou como todos a conhecemos como ignorância humana.
Não quero ser contraditório, mas o que quero dizer é que viver sem um direcionamento religioso pode ser penoso, mas viver com uma ‘religião falsa’ pode ser muito pior e até fatal.
A verdadeira religião nos liberta, pois nos direciona e nos ajuda a alcançar nossos objetivos em vida, porque a vida é um fenômeno subjetivo, não conseguimos explicar com palavras, ao mesmo tempo em que não podemos negar ou ignorar a sua existência, porque cada pessoa tem a sua própria vida.
“Viver” com base no mundano sem uma religião pode ser fatal!
Como assim?
Conhecemos muita gente materialista, que acreditam que para ser alguém temos que ter algo, e tais pessoas “vive” ostentando o que elas não possuem, apenas para manter as aparências, pois dizem que no mundo a gente só tem que aparecer, tendo tudo que o dinheiro pode comprar e não propriamente ser feliz, não tendo nada do que o mundo considera a própria felicidade, tendo “apenas” mais um dia de vida para realizarmos nossos sonhos.
No entanto quando vivemos o mundo ilusório materialista, sofremos ‘porque’ podemos enganar a todos com uma imagem ‘montada’ de nós e das nossas próprias vidas, mas a questão é que não podemos enganar a nós mesmos.
A verdadeira religião nos ensina a aceitar o que verdadeiramente somos por dentro e a ter gratidão por quem e o que somos de fato, mas principalmente a ter gratidão por este maravilhoso fenômeno chamado VIDA.
Não é exagero mencionar que “viver” sem um direcionamento filosófico e religioso pode ser fatal, porque um amigo muito mundano quase se matou, ao perder um emprego bom, tendo que devolver seu carro, foi despejado do apartamento onde morava por falta de pagamento e como não bastasse tantos acontecimentos ruins, sua ‘interesseira’ namorada o abandonou. (novidade)
E o que isso tem haver com religiões ou filosofias de vida?
Tem tudo haver, pois o infeliz tentou se suicidar tomando chumbinho, para quem não sabe ‘chumbinho’ era utilizado para matar ratos!
O ser humano é patético, quando está tudo bem em sua vida tendo um emprego bom, carro do ano, apartamento de luxo e uma bela namorada, ele se esquece que não somos apenas matéria (objetivo), temos o nosso lado espiritual (subjetivo) também, e devemos buscar o equilíbrio entre esses dois extremos, material sendo o objetivo e o espiritual como o nosso lado subjetivo.
“Viver” somente do mundano, sem ter um parâmetro espiritual que nos norteie ou direcione é sofrermos em vão, afinal de contas o papel fundamental de toda religião é livrar a humanidade do sofrimento.
Buda e Jesus mencionam em seus ensinamentos que ser humano algum veio ao mundo para sofrer, então eu os convido a uma reflexão, principalmente aos fanáticos religiosos; ‘se você afirma ter fé na sua religião e continua sofrendo, é porque algo está errado’, conforme as próprias promessas de Buda, Jesus e entre muitos outros seres de luz, que vieram nos ensinar a ‘arte de ser feliz’ aqui na terra!
Observe a sua vida, questione e reflita; vale mesmo apena viver uma fé que não está te livrando dos sofrimentos das suas próprias ignorâncias inerentes?
Para finalizar vou confessar uma opinião pessoal, ‘particularmente’ não conseguiria praticar outra religião que não fosse à budista, porque afinal de contas observo muitos devotos que oram intensamente a um ‘deus’ imaginário, e em pleno século XXI tais “devotos” não conseguem se libertar de suas angustias e sofrimentos e por mais que orem, mencionem o nome do ‘deus’ deles que supostamente acreditam ser maravilhoso, continuam sofrendo.
Pela lógica e no meu entender os propósitos de uma ‘religião’ é livrar a humanidade dos sofrimentos, se você pratica qualquer religião e continua sofrendo é porque você não está praticando uma religião verdadeira e talvez esteja na hora de conhecer uma religião de verdade, reflita!

Paulo RK

sexta-feira, 3 de março de 2017

Conflitos de gerações!

Oi gente desculpem pela minha longa demora para postar neste meu humilde blog, é que estou passando por uma dificuldade muito pessoal com o meu 'filho', esse da foto, o 'Legorin', já escrevi sobre ele por aqui, mencionando o quanto ele me faz feliz, despertando em mim o melhor lado humano que ainda me resta! (risos)
A questão é que desde fevereiro que estou para postar alguns pensamentos e reflexões relevantes, mas todas as vezes que sento em frente ao PC para dedicar algumas linhas no meu blog esse 'filhinho da boa mãe e pai', vem dormir no meu teclado.
Estaria tudo ótimo se o 'bola de pelo' só dormisse, mas não, quando ele ouve eu teclando, ele acorda com o barulho, como se eu estivesse o convidando para acordar e brincar comigo, me arranhando e mordendo meus dedos e mãos.
Estou cheio de hematomas nos meus braços e mãos, a minha alma está todo arranhado e mordido por dentro (risos), mas não consigo ficar com raiva deste "pestinha", porque na verdade ele só quer brincar, ele parece se divertir muito com tais peripécias de não me permitir fazer o que mais gosto de fazer, que é escrever em meu blog.
Como eu sei que ele se diverti com tais brincadeiras?
É que ele fica ronronando, como se fosse um motorzinho de carne, osso e pelos, pois dizem que quando o gato se sente protegido e feliz ele ronrona.
Agora por exemplo, está sendo uma luta ferrenha e a cada cinco palavras de uma frase que escrevo, tenho que pegar ele e jogar longe de mim, jogo ele na minha cama, e o danado é tão danado por ser um felino, que cai em pé e retorna saltitante em minha direção, muito fofo!
Meus pais me alertaram de que quando tivesse o meu filho, passaria pela mesma experiência dos conflitos de gerações, e neste exato momento que o 'Legorin' está me azucrinando com suas brincadeiras acredito que estou tendo as mesmas sensações que tiveram meus pais comigo.
Bom está mesmo muito difícil escrever nesses dias, só espero que ele cresça logo e amadureça se tornando num 'gatinho' mais sério, não me "perturbando" como está agora.
Na verdade, nem quero que ele cresça mentalmente, gosto dele assim, desse mesmo jeitinho de garoto peralta e cheio de energia pra gastar a noite inteira, mesmo eu morrendo de sono, me sentindo contrariado e com as minhas energias esgotadas, acredito que vale muito a pena passar uns nervosos com ele, afinal de contas eu também já fui criança e rebelde com meus pais, já fiz meus pais passarem muito nervoso comigo, agora é minha vez com o meu filhote bola de pele.
Mas olha, se alguém souber de alguma 'simpatia' que "espante" o Legorin do meu teclado para eu poder escrever em meu blog, não titubeie, pois preciso muito extravasar minhas emoções no único espaço onde possa desabafar de fato, porque se na vida está difícil falar com alguém, está muito mais complicado desabafar nossos dramas e crises existenciais para quem quer que seja.
Paulo RK