Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Tem curiosidade para ver algo de alguém? Então pelo menos disfarça!

Hoje acordei excitado, no sentido real da palavra e com o  “gabiru” duro, não sou mais adolescente mas mesmo assim acordei todo ‘molhadinho’. (risos)
Moro num quartinho pequeno de telha amianto, onde no mesmo quarto você encontra a cozinha, a sala, o meu 'escritoriozinho' onde brinco de micro empreendedor e o meu próprio quarto, estava muito quente ontem à noite e resolvi dormir de cueca e com a janela aberta e mesmo hoje de manhã e até agora a tarde, está muito quente, acredito que o calor ambiente aumenta nosso libido, sei lá são conjecturas pessoais, mas acredito nesta possibilidade.
A questão é que tenho vizinhos muito curiosos, e para “curiar” eles são sem pudores, olham na cara dura e ainda por cima por serem “religiosos” são capazes de ficar fazendo o sinal da cruz em sinal de reprovação num gesto de reprovação sem tirar os olhos do que na verdade estão gostando, observem a tamanha hipocrisia dessa gente “religiosa” que no caso nem vou citar o nome da religião deles para não ofender pessoas que verdadeiramente seguem a mesma religião não sendo hipócritas como os meus “adoráveis” vizinhos são.
Não é a primeira vez, quando morava junto com os meus pais, na época era novo, então acordar com o pau duro era uma constante, tinha na cozinha da minha mãe uma porta com vidros enormes e do outro lado do muro tinha uma janela, lembro que tinha acabado de acordar e fui passar ferro numa camiseta que estava meio úmida.
Tinha uma tabua de passar roupas bem de frente, meio que de lado para não atrapalhar a abertura desta porta de vidro, expondo a pessoa que estivesse passando roupa para quem olhasse da janela do vizinho.
Na época foi constrangedor para mim, pois era novo e tinha vergonha de muitas coisas a meu próprio respeito, porque ainda muito sonolento estava brigando e mexendo o meu ‘gabiru’ duro, dizendo para ele se “comportar” colocando ele ‘pra cá e pra lá’ para ver se ele “sossegava”, ‘afff’ na época ele parecia ter vontade própria! (risos)
Foi quando eu percebi que a vizinha estava me observando da janela, ai a ‘dureza’ do meu gabiru transferiu a sua forma rígida para o meu corpo todo que fiquei paralisado de constrangimento e vergonha daquela vizinha curiosa.
Então não consegui mais fazer o que me propunha a fazer inicialmente, passar ferro na minha camiseta úmida por conta daqueles ‘olhos famintos’ da vizinha curiosa, gritei pela minha mãe e pedi a ela que passasse para mim, pois tinha me dado dor de barriga e corri para o banheiro. (mentira)
Mais recentemente, ou como dizem nos filmes, ‘tempos atuais’, estava eu sem camisa lavando alguns pratos sujos, cuja janela da pia dá de frente com a laje dos meus vizinhos curiosos.    
Então tava todo eu, ‘cantarolando e lavando, lavando e cantarolando’ nessa ordem e sem camisa, não que tenha um peitoral tipo tanquinho, do jeito que as mulheres e alguns “homens” gostam, mas não é que a mulher ficou encarando de lá da laje da casa dela?
Das duas hipóteses uma, ou ela gostou porque achou bonito demais ou feio demais, pois dizem que o belo atrai, mas o feio também chama a atenção.
Vou ser sincero, ‘nessa condição fiquei estressado’, pois não sou exibicionista e odeio espectadores, pois tira toda a nossa intimidade em casa, pois gosto de ser eu mesmo dentro de casa, o que quero dizer é que em casa precisamos de privacidade donde temos a total liberdade de fazer o que não podemos fazem em público.
A mulher não tirou os olhos, literalmente ela “me secou”, perdi alguns quilinhos por conta disso, disfarcei e fui para outro cantinho, notei que a mulher ficou ali parada esperando por mais alguma demonstração da minha “máscula e virilidade” exposta do meu peitoril. (risos)
E hoje de manhã não foi diferente, a grande janela que dá de frente da minha cama e para os olhos famintos da laje dos meus vizinhos, notei que o marido daquela “curiosa” estava de olhos em direção a minha janela, imaginei o pior, imaginei que ela teria dito algo negativo, talvez tenha dito que eu fico me expondo o meu “másculo” peitoril para ela.
Vai saber do jeito que ‘o mundo e as pessoas má intencionadas são cheias das más intenções’, todo cuidado é pouco com os maus entendidos, não estou a fim de morrer, pelo menos não antes de cumprir com a minha missão, para qual fui destinado conforme o meu próprio Carma existencial de longas datas passadas.
Enfim estava só de cueca e debaixo da coberta, eu não sei por quanto tempo aquele ‘pokémon’ do meu vizinho estava me observando, pois estava de ‘pau duro’ e dormindo de boa, e vocês sabem quando dormimos, fazemos muitos movimentos, como coçar os olhos, enfiar o dedo no nariz, coçar a bunda e coçar o próprio saco.
Então despertei, pois era dez da manhã e em dias de feriados eu me permito ficar um tempo a mais na cama, tendo aquele precioso tempinho para me espreguiçar até despertar de verdade.
Neste ‘tempinho’ a mais sobre a cama, só de cueca e com o “menininho nervoso” notei que o vizinho estava encarando lá do alto da laje, e não tirava os olhos da minha direção, foi quando peguei o cobertor me cobri e simulei me masturbar como se não houvesse o amanhã, deixando só os pés expostos.
Obvio que não gosto de expectadores nos melhores momentos íntimos da minha vida, mas ele “pediu” e fiquei nervoso, porque essa gente, são ‘curiosas e maldosas’ e embora goste do que vê, vive criticando e alguns mais radicais, criticam negativamente, fazendo o sinal da cruz e continuam a olhar, numa demonstração descarada da hipocrisia humana, e daqueles que tem vontade de fazer, mas não tem coragem, e vivem suas vidas como meros expectadores, sendo eternamente infelizes.
Vou ser sincero depois da simulação convincente, me bateu um arrependimento ou um remorso, pois o homem não esperou o ‘grã finale’ da minha masturbação matinal, e fiquei com medo dele vir aqui em casa e reclamar comigo tirando satisfação das minhas diversões solitárias, mas até agora nada, acho mesmo que eles, os “meus vizinhos religiosos e curiosos” que vão as igrejas religiosamente gostaram do que ‘testemunharam’ o que não posso é ficar convencido e “começar a me achar num ator pornô”.
"Não posso" porque e conforme o tema e titulo de um blog anterior, ultimamente estou “me achando” e "me sentindo" lindo demais! (risos) 

Paulo RK 

Finados, dia dos mortos?

É engraçado como os seres humanos se comportam, não quero parecer indelicado com o que vou mencionar aqui, principalmente no dia de hoje, ‘dia dos mortos’ pois cada um com seu cada um, ‘tem gente que nunca valorizou ninguém em vida’, mas depois que morre, ou como eles costumam dizer, “perdi um ente querido” como se fosse um objeto de posse, vai aos cemitérios “prestar” homenagens ao ente “querido”!
Supostamente querido! Por que valorizar depois de morto? (indigesto)
Particularmente eu acho patético, pois que lógica tem?
Será que essa gente acredita em zumbis, que os mortos retornarão a vida para perdoar esse medíocre ser que muitas vezes judiou ou magoou profundamente o “ente querido” em toda a sua vida?
Fazendo da vida deste suposto "ente querido ou querida" num inferno?
Lembro como se fosse ontem, como era horrendo o tratamento hostil que me tia cometia contra a sua própria mãe ou a minha querida e estimada avó.
Hoje ambas estão mortas, mas nunca me esquecerei da cena patética ao ver a minha tia “arrependida” no velório sobre o caixão de minha avó chorando copiosamente pedindo perdão.
Alias como criança, ‘me surpreendia’, pois fui testemunha de todas as formas de crueldade e barbáries que minha tia praticava contra a minha avó em vida que iam desde verbais, psicológicas e até físicas.
Não conseguia compreender o ‘porque’ de tanto ódio por quem a criou e bom ou ruim, dedicou à própria vida para fazer daquela criança uma adulta até que ela casasse e tivesse seus próprios filhos.
Espanto me porque a minha mãe comentou certa vez, que os filhos nunca irão compreender os sentimentos de um pai ou de uma mãe enquanto ‘filhos’, só quando eles cassassem e tiverem seus próprios filhos compreenderiam.
Então ficou uma incógnita naquela época e até hoje depois de velho, me questiono se a minha tia era um ‘ser humano’ normal, porque ela casou teve dois filhos e foi muito infeliz no casamento, por isso desconfio que tivesse algum problema neurológico, tamanho ódio que ela sentia pela minha avó.
Olha só, a minha tia nunca se aceitou por quem ela era, porque talvez tivesse complexo de inferioridade, pois tinha as pernas tortas e era baixinha, mas mesmo assim muito vaidosa, sua cara vivia pintada, ou maquiada, usava roupas caras e de marca, pense numa pessoa vaidosa muito além da conta, era doentiamente ciumenta com o meu tio, não deixava que ele saísse e não ia junto e ficavam os dois infelizes trancado na casa deles, ele não ia só para não contraria a louca da sua esposa, pense numa pessoa difícil de se conviver essa pessoa era ela, minha tia.
São águas passadas, nem gosto de comentar sobre assuntos familiares por aqui, pois sou uma pessoa discreta, mas vale como uma reflexão, das próprias atitudes insanas que as pessoas possuem.
Essa minha hostil tia, não posso dizer “querida” pois estaria sendo falso e odeio falsidades, mas essa minha tia, tinha uma língua maior que o seu próprio corpo, eu nem lembro como ela foi enterrada, nem sei se meus primos tiveram a necessidade de comprar dois caixões, uma para ela e a outra para a própria língua. (risos)
Mas para finalizar essa reflexão, quando a minha avó morreu, minha tia fez um espetáculo em cima do caixão, chorando litros e rios de lagrimas dizendo que amava a sua mãe, no caso a minha avó, no enterro do seu próprio marido, ‘dizem’ que ela também chorou copiosamente, ‘não sei’, não fui ao enterro do meu tio, pois ele merecia meus respeitos, pois foi o melhor tio que tive em toda a minha vida, mas infelizmente estava trabalhando e estava no período da experiência.
E antes que “alguém” diga ou mencione que sou insensível, me defendo dizendo o que mencionei logo acima no começo deste texto, acredito ser inútil ‘prestar homenagens’ com aqueles que destratamos em vida após a morte, pois o que se encontra naquela caixa preta é apenas um corpo, ficando mesmo o conforto da consciência pesada para aqueles que não fizeram nada em vida e enquanto podiam.
Portanto neste dia dos finados a mensagem só pode ser única, ‘valorize as pessoas que te amam enquanto vivas’, pois não queira ter o arrependimento de não poderem fazer algo depois delas partirem para outra, arrependimentos podem ser cruéis consigo mesmas, afinal de contas ‘arrependimentos’ não traz ninguém ou a pessoa amada a vida! (pensem)

Paulo RK