Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Senhor! Livrai me do mal, dos teus representantes aqui na terra!


Eu sinceramente gostaria de saber como é que determinadas pessoas conseguiram ser representantes “oficiais” de deus.
Com todo respeito, eles falam com tanta convicção, que eu mesmo, as vezes acredito que eles tomaram um cafezinho, e foram orientados pessoalmente por ele.
Somos livres e temos o direito de acreditar em tudo aquilo que achamos convenientes, mas até que ponto podemos, fazer das nossas crenças, uma verdade incontestável?
E com isto ficar “buzinando” no ouvido alheio, palavras que eles acreditam serem de deus, como a expressão; “amor ao próximo.”
A falta de convicção nestas palavras , é tanta que eles mesmos precisam repetir as mesmas frases bíblicas, várias vezes.
No entanto tais repetições, pela falta de convicção está sendo em vão, pois eles não praticam aquilo que aprendem, no que consideram uma escritura sagrada.
Querem um exemplo?
Ora, ter amor ao próximo, é respeitar o semelhante, principalmente as suas crenças, e não vejo nenhuma forma de respeito, a maneira com que esses “representantes”, tratam as pessoas que creem em outras formas de divindades.
Para eles, só eles vão para o reino dos céus, pois todos aqueles que não creem no mesmo senhor, irão perecer no inferno.
Como assim?!!?!?!!?
Acho que não entendi, se eles são tão especiais ou escolhidos, por que vivem e compartilham o mesmo mundo que nós?
O mundo que eles mesmo chamam de profano, cheio de valores degradantes e decadentes.
E se está escrito, amar o próximo como a ti mesmo, por que não consigo ver tais atos de amor, por aqueles que se auto elegeram representante de deus?
Pra começar vivemos num mundo maravilhoso, e se ela está se tornando um inferno, é graças a estas pessoas que não se amam, e tem a necessidade de carregarem a bíblia debaixo dos braços, só para serem respeitados.
Já repararam, o que eles pregam em palavras, é totalmente ao contrário do que eles praticam?
Pois eles amaldiçoam todas as outras formas de crenças e o próprio mundo, dizendo que este mundo não tem mais salvação.
Quem está afirmando isso?
Pessoas comuns como eu, e o que é pior, pessoas que não respeitam o seu semelhante, julgando os e muitas vezes amaldiçoando só porque acreditamos em uma outra religião.
Na verdade são pessoas infelizes que não tem amadurecimento o suficiente para se realizarem como pessoas.
E precisam se esconder, atrás de alguma imagem que eles acham ser superior, detalhe, “enquanto praticam toda espécie de barbárie comportamental e hostilidades contra o seu semelhante” em nome de um deus que muitas vezes eles próprios, não acreditam como realmente deveriam.
No budismo aprendi, que devemos respeitar os nossos semelhantes, pois todos somos divinos , fruto do amor entre duas pessoas, e se quisermos viver num mundo melhor, vamos colaborar com ele, agregando pensamentos e atitudes positivas.
Julgar as pessoas ou criticar o mundo, pelas coisas ruins que estão acontecendo não trará nenhum beneficio nem pra mim, e nem para a humanidade.
A propósito não estou julgando as outras religiões, só estou argumentando sobre um pensamento “infeliz” , que tive que ouvir por horas na fila do coletivo.
E o cumulo do absurdo, foi quando ele disse que a pratica budista é um culto ao demo!
Isso explica porque vivemos num mundo cheio de conflitos, a falta de respeito pelo próximo em nome de um deus, se tornou banal!
Paulo RK

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Atenção pessoas fúteis, saiam do meu caminho!


Eu me auto intitulo o embaixador da humanidade, representante máximo dos fracos e oprimidos, das pessoas socialmente excluídas, dos ignorados e daqueles que se esqueceram de suas capacidades inerentes de superação.
Ah também sou o representante máximo e defensor da natureza, mais agressivo do que qualquer outra organização verde do planeta.
Tenho respostas na ponta da língua e sei tratar muito bem da ignorância alheia com o mesmo desprezo e soberba.
Sentiram um friozinho na barriga?
Acho que não, mas na verdade e em termos sociais, sou uma pessoa franzina, e muito delicado, e delicado até demais.
Fui criado assim, quando se tem cultura, não cultivamos os mesmos valores que as massas, e isso nos torna um estranho no ninho.
Num país machista, onde o homem tem que ser bruto, estupido e grosseiro, sou rotulado com muita frequência.
Tais rótulos me ofendiam e me deixavam muito chateado, hoje não mais, porque o tempo me mostrou, que o mundo das pessoas reais e não as fúteis nos valorizam quando somos educados e polidos.
Tal educação tem me aberto várias portas, se hoje as pessoas reclamam da falta de oportunidade em suas vidas, deveriam checar seu “modus operandi” comportamental, e as coisas que andam falando.
Pois quando estamos acostumados a vomitar qualquer besteira verbal, revelamos o nosso lado tosco, e com isso as pessoas educadas e com conhecimento se afastam da gente.
É por isso que as pessoas medíocres e fúteis, vivem concentradas entre elas, falando abobrinhas e fazendo coisas sem nexo, achando que estão colaborando com um mundo melhor.
Longe de querer criticar esse comportamento desprezível alheio, mas como eles me chamaram de “viado”, “gay” e “emo”, me vejo no direito não de me defender, pois definitivamente não ligo o que as pessoas fúteis falam sobre mim, mas me dou ao direito pessoal do desabafo.
Pois, como essas pessoas não tem cultura e são ignorantes ao extremo, sei muito bem que elas tem preguiça até de uma boa leitura.
E mesmo que lessem não entenderiam, pois as únicas coisas que essas futilidades ambulantes sabem cultivar é o exibicionismo exagerado, e a ofensa mutua e gratuita entre eles.
Outro dia uma mulher que eu nem conheço questionou a minha sexualidade, fiquei tão indignado que não lhe poupei ofensas, além de chama la de nomes de baixo calão, disse a ela que seu marido não transava mais com ela, a um tempão.
Acho que peguei pesado, mas penso que devemos ter muito cuidado com o que falamos com as pessoas, principalmente quando não a conhecemos o suficiente para termos liberdade.
Tenho amigos de longas datas as quais permito que me chamem de gay, viado ou qualquer outro tipo de nome, pois os conheço muito bem.
Mas não dou os mesmos direitos a um estranho, pois não sabemos das suas verdadeiras intenções.
Enfim, construímos um mundo melhor, não só pelas nossas ações, mas o que falamos para o nosso semelhante, é tão importante quanto o próprio respeito que esperamos delas.
Paulo RK