Paulo Rk

Paulo Rk
Contemplação da mente

domingo, 26 de janeiro de 2014

Cuidado, uma fé cega pode te foder!

O bem contra o mal, ou é o mal contra o bem?
Quem estabeleceu essa ideia, deve ser um fanático, uma pessoa bitolada sem noção do que é certo e errado, e que só acredita no que for conveniente para si mesmo.
Agradeço todos os dias da minha vida por ser “duo”, ou seja, por ter nascido, crescido e criado numa cultura oriental, e ter me desenvolvido na cultura ocidental.
Tal condição me permite confrontar valores, fazer comparações pessoais, com as quais consigo aguçar a minha percepção da  vida, por enxergar uma única realidade, em ângulos completamente opostos e do que a grande maioria não consegue ver.
Por esta razão tenho muitas opiniões diferentes das pessoas que não tiveram os mesmos privilégios que eu tive, apesar, boa parte da população brasileira é formada por filhos de estrangeiros, portanto não sou o único verdadeiramente privilegiado! (risos)
E por enxergar melhor uma realidade de vida, nós filhos de estrangeiros conseguimos nos destacar no meio de tantas outras pessoas, que só enxergam o que é conveniente para elas.
Para melhor compreensão do que estou falando vou mencionar as pessoas que são devotas a um suposto deus, que elas acreditam ser o mais belo, perfeito e impecável.
Ao mesmo tempo, que pessoas acreditam num ser amoroso e perfeito, elas mesmas não procuram praticar tais qualidades com o seu próximo.
 A insanidade é maior, no que elas afirmam e em seus paradigmas existenciais; “todas as vezes que acontecem coisas ruins em suas vidas, é obra do capeta, e quando acontecem coisas boas é deus”.
Mas a falta da lógica em tais afirmações é que nenhuma dessas pessoas temente a deus, tem responsabilidades no que elas afirmam ou mesmo em suas ações, com as pessoas e com as suas  próprias vidas.
Eu vejo muita falta de lógica no comportamento dessas pessoas crentes, pra não dizer burrices, percebo como elas são mentalmente atribuladas, vivendo uma vida de sofrimento desnecessariamente.
Segundo a filosofia budista não viemos a este mundo para sofrer, todos os sofrimentos são sinalizações da própria vida, que estamos fazendo algo de muito errado, e que ela própria (vida) está nos convidando para mudar rapidinho, para não mais sofrer.
A vida é tão generosa, mas tão generosa, que ela nos dá uns toquinhos de vez enquanto, para nós próprios abrirmos os olhos e buscar e fazer o que for melhor pra nós mesmos.
Pra começar a ideia de que o negativo não presta e só o positivo prevalece tá ‘erradíssimo’, tanto a energia negativa quanto a energia positiva, devem coexistir pacificamente, pois uma depende da outra, pensem, uma roda pela metade não funciona.
As pessoas só precisam procurar o equilíbrio perfeito, entre essas duas realidades, negativas e positivas, e parar de falar besteiras, como; “senhor me livrai do mal das pessoas, ou de qualquer coisa fora da realidade mundana”.
Pois saiba você, que a única coisa que pode fazer mal pra você é a tua própria ignorância, por querer acreditar no que não consegue enxergar, vivendo a vida de forma irresponsável, deixando de fazer o que tem que ser feito, “acreditando” que tudo vai ficar bem, só porque você acredita num deus conveniente.
Portanto um conselho; ‘trabalhe melhor com a sua capacidade mental, abra a sua mente, não seja mais um bitolado e fanático a contribuir com um mundo pior, em nome de um deus, faça o seu melhor em sua vida, saiba que se você fizer a sua parte estando bem consigo mesmo, o mundo vai melhorar, com certeza!
Paulo RK

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ninguém melhor que eu mesmo!


Pessoas são rudes, grossas e estúpidas o bastante para ficar fazendo cara feia para o seu próximo, sem sequer, se dar conta que todos estamos juntos, navegando num mar cheinho de merda dentro de um navio cheio de bosta.
Portanto a situação geral e real de todo bom brasileiro, contribuinte de impostos a perder de vista é: “tanto faz estarmos navegando dentro do navio ou fora dele”!
Pois o “capitão” que conduz essa “pocilga” e ‘com todo respeito ao país Brasil de recursos naturais mil’, estará levando a todos nós, a própria ruina moral.
Afirmo tal realidade baseado nas observações do meu cotidiano, entre os períodos da manhã, tarde e o anoitecer.
É impressionante como pessoas fúteis e gratuitas estão se espalhando pelos bairros da minha querida cidade, já dizia meu mentor com o máximo de sabedoria; “pessoas fúteis não se reproduzem, se alastram como doenças contagiante, e se espalhem por todos os cantos”.
Em cada esquina, testemunho rapazes sem camisas a escutar o que eles chamam de música, no volume máximo, como se a gente fosse obrigado a compartilhar do “momento”, digamos, do momento de estagnação espiritual e decadência moral.
De todo, não sou tão certinho para julgar alguém, pois tenho os meus momentos de euforia animal, mas a diferença entre eu, e eles (pessoas fúteis), é que não encaro ninguém, nunca obriguei ninguém a fazer algo, e sempre que posso respeito pessoas, animais, e quaisquer, ser vivo, que tenha pelo menos consciência e respeito por mim.
Como não bastasse tal blasfêmia com as gerações mais nova, ‘geração nova a qual me refiro’, são os bandos com menos de vinte anos, que vivem o dia inteiro na rua, ouvindo essas merdas, tem  também, pessoas mais “vividas”, e com mais idade, ou pelo menos, acho que elas deveriam ser e ter mais respeito, pelo próximo, por terem mais experiência de vida.
Se você não entendeu a minha revolta, eu explico!
Hoje um funkeiro ficou me “tirando”, me encarando e muito provavelmente, na mente deste debiloide, deveria estar me tirando como otário.
Pra completar uma “véia” com idade para ser minha bisa vó, ficou me encarando com ar de reprovação, eu odeio isso!
Odeio quando qualquer pessoa me encara, eu penso que para alguém me encarar, tem que ter muita moral e decência, caso contrario, tal pessoa não é digno de olhar para a minha cara, quanto menos encarar nos meus olhos.
Posso estar parecendo arrogante, soberbo e metido a qualquer coisa, mas quando digo que somente  pessoas que tem moral podem me olhar de frente, é porque me considero melhor do que essa gentália.
E por que me acho melhor que essa gente?
Porque acredito que pessoas que não respeitam os direitos alheios, não tem moral algum, e não são dignas para me encarar ou olhar torto, nem mesmo na minha direção.
Para quem não me conhece pessoalmente, sou desse jeito, ao sair de casa de manhã exijo e faço questão que me respeitem, não sou filho ou parente de alguém importante, mas a minha exigência vem da minha própria postura, de respeitar o máximo as pessoas que cruzam pelo meu caminho.
Isso é ter moral, e condição para exigir algo do semelhante, afinal de contas, é dando respeito que somos respeitados.
Paulo RK