sábado, 8 de dezembro de 2012
A diferença entre ter um comportamento infantil e ser espiritualmente infantil
A vida me ensinou e me ensina que para eu ser melhor, tenho que me relacionar com pessoas melhores que eu, pois pessoas medíocres não acrescentam e bem pior, não nos agregam nenhum valor existencial.
Lembra daquele ditado que diz; “diga com quem andas que direi quem tu és?!?!??!?”
Pois é, ela existe e é a pura realidade!!!!!
Ao externar este sentimento em palavras, posso parecer arrogante, mas não posso omitir todas as coisas que sinto de dentro de mim e em relação ao mundo, só para poupar pessoas ignorantes, que se ofendem com todos e com tudo.
Para ter uma ideia, o povo anda tão ignorante, ou tão sem noção da vida que basta ser eu mesmo, para incomodar uma dúzia desta população fútil.
Explicando melhor!
Já repararam que as pessoas se incomodam quando você é seguro de si mesmo, e não esboça qualquer sentimento em relação a ela?
Sou uma pessoa polida, e muito educada, tento ser muito simpático no trato com as pessoas, desde que elas me respeitem, é claro!
Mas ultimamente a carência de algumas pessoas tem extrapolado o nível máximo da bobeira, beirando ao ridículo.
Tem muito marmanjo, pessoas supostamente adultas, agindo como se fosse um adolescente.
Se já é um saco aturar certos “aborrecentes”, imagine aturar um velhaco, com manias infantis?
Muito pior!
São justamente tais “velhacos aborrecentes”, que se ofendem comigo, de boa, eu não nasci para agradar ninguém, muito menos pessoas carentes e egocêntricas.
Se já é ruim, uma pessoa ser egocêntrica imagine sendo extremamente carente e infantil, um verdadeiro lixo humano!
Estou falando de uma pessoa dos seus trinta e poucos anos, acredito que ela tenha trinta e cinco aproximadamente.
Nesta idade e na minha opinião as pessoas deveriam ter no mínimo, o senso do ridículo e agir com mais discrição, e não expor tanto a sua extrema necessidade do reconhecimento alheio.
Este comportamento é no mínimo ridículo para uma pessoa adulta, pois é típica de uma adolescente com menos experiência de vida, e totalmente atípica (inaceitável) para um ser humano com o dobro da sua idade.
Posso parecer contraditório quando digo que sou uma eterna criança por dentro, mas não sou!
Pois a juventude que me refiro é a juventude espiritual, onde alimento e cultivo todos os meus hábitos de quando ainda era uma criança, pois acredito que se eu deixar morrer (o meu lado infantil), a minha alegria também morrerá, e consequentemente, morrerei aos poucos em vida.
Tornando numa pessoa sisuda e amargurada com todos, e cá entre nós, ninguém gosta de pessoas com tais características.
Já a infantilidade comportamental é o oposto do espirito jovem, no que se refere ao comportamento humano.
A pessoa se torna inconveniente, mal educada e como uma criança mimada cheio de caprichos, elas se tornam chatas em tempo integral.
Sentem a necessidade de estar provando o tempo todo, o que elas mesmas não acreditam ser, e vivem aborrecidas, pois não conseguem viver a vida, por viverem em função de sempre estarem provando algo para as pessoas.
Provando uma realidade e condição imaginária, que elas próprias e convenientemente criaram para si mesmas (tipo eu quero acreditar!).
A semana passada foi um porre para mim, pois uma pessoa carente, egocêntrica e infantil, gritou comigo e por nada!
Na verdade não foi por nada, mas porque não dei a atenção que ele supostamente acreditava que merecia.
Não suporto pessoas que se acham o centro do universo, muito menos daqueles que fazem piadinhas depreciativas com o seu semelhante, odeio tenho verdadeira ojeriza!
E para tais pessoas os únicos sentimentos que dedico, é o desprezo, não dou a mínima com seu cargo ou condição sócio-financeira!
Que fique bem claro, não tenho medo de “homens” que gritam comigo, pois o meu pai nunca gritou comigo, pois não associo tal comportamento ao respeito.
Pois respeito a gente conquista, e não se impõem!
Paulo RK
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
E o sapo falou; "Uéberti!" Porque aqui fora da lagoa, a vida não está fácil pra ninguém!
Se eu soubesse do grau das dificuldades e complexidades que a vida nos proporciona aqui fora, nunca teria saído do saco escrotal do meu pai.
Poderia estar lá até hoje, nadando de boa na imensidão do lago, cheio de fluídos e muitos hormônios, numa combinação química, incrivelmente excitante.
Tudo bem, que naquela época eu ainda era muito jovem e consequentemente imaturo, não tinha juízo algum, tinha um corpo redondo e um rabinho alongado, que me fazia mover pra todos os lados ao meu bel prazer, sinceramente, me parecia muito com um girino.
Hoje dou risadas sozinho só de pensar que aquela coisinha, muito menor que uma ameba, fez de tudo e lutou contra a própria sorte, para vir neste mundo tão obsceno.
Não, não me arrependo ou estou lamentando, pois não é do meu feitio.
E sabem por que?
Porque aquele “insignificante” espermatozoide se transformou num sapo completo, na verdade um “sapo humano”, com duas pernas, dois braços, uma cabeça pensante, muita disposição pela vida, de bom humor e principalmente, muito preocupado com as pessoas, que ele ama de verdade.
E é o que impede o “sapo humano” se tornar um príncipe feliz de verdade, pois a infelicidade pessoal inerente, nos impede de avançar pra qualquer lado.
Aliás, quando somos infelizes, não conseguimos fazer nada de bom que nos agregue valores existenciais, “vivemos” como que anestesiados, não conseguindo sentir o gosto das aventuras, que a própria vida nos proporciona.
Eu me esforço, tentando e buscando sempre ser feliz a minha própria maneira, só que é foda, quem me vê sorrir se engana, não que seja um sorriso falso.
Apenas um sorriso omisso, pois escondo das pessoas todos as angustias que um pobre coração de sapo humano pode suportar.
A esta altura, vocês podem estar se perguntando, o que faria um girino, que evoluiu tanto, e virou um “sapo-man” sofrer tanto nesta vida?
Do meu ponto de vista existem dois tipos de problemas, as mutáveis e as imutáveis.
As mutáveis, como aquelas que conseguimos mudar ou transformar.
Essas eu resolvo tranquilamente, como o próprio sapo engole as moscas, para saciar a sua fome, e metabolizar todas as coisas boas que ela pode nos proporcionar, eliminando todo o resto (como a coisas ruins).
Já as imutáveis, são aquelas que não podemos mudar, e é ai que fica o manancial de todo um problema, que este sapo velho, feio e gordo pode suportar.
Estou falando das pessoas que sofrem com as suas próprias ignorâncias, e que teimam em nutrir a escuridão fundamental inerente.
E enquanto elas alimentarem as suas próprias ignorâncias, elas continuarão sofrendo por toda a eternidade, e ninguém poderá ajuda-las.
Perceberam como eu sei das coisas?!?!?!??!?
Posso ser um sapo gordo e feio, mas sei de muitas coisas, que o próprio deus duvidaria, só não duvida, porque foi ele mesmo quem os criou.
Só não sei como ajudar essas pessoas, que tanto amo, e confesso sofro junto por tabela.
Tá explicado o porquê de tanto sofrimento, de um único sapo, sentado nas margens de um grande lago, um grande olho d’agua que reflete a lua e a própria imagem deste sapo, cheio de crises existenciais.
“Uéberti, Uéberti, Uéberti”, ultimamente são as únicas palavras que tenho dito, e as pessoas parecem mesmo não querer compreender, que este é o meu alerta.
Um grito de desespero, a ultima tentativa, para fazer despertar as pessoas que muito amo nesta vida, e faze-las compreende-las, que a vida não é tão ruim como elas pensam.
Ela nos oferece muitas opções de ferramentas para superar qualquer crise, basta ter um pouquinho de boa vontade e iniciativa própria, buscando pra si mesmo tudo de melhor que a vida nos proporciona.
Procure ser feliz nesta vida, e tente fazer um sapo humano gordo e feio como eu, se tornar num príncipe da felicidade (pelo menos)!
Paulo RK
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